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El Periódico Extremadura | Domingo, 18 de agosto de 2019

Baixa a atividade nos pavilhões, ao estar em trâmites um modificado

O presidente da Câmara Municipal afirma que não suporá mais investimento nem atrasos na execução. Se estão a mudar elementos para ajustar-se à eficiência energética

RAQUEL RODRÍGUEZ
19/07/2019

 

La redução da atividade na obra de conversão dos pavilhões militares de Plasencia em residência de maiores/ancianidade é evidente. Nos últimos dias, foi difícil ver trabalhadores, embora a empresa assinala que há em torno de 16 pessoas trabalhando atualmente. Precisamente, nesta semana, o presidente da Câmara Municipal manteve uma reunião com o chefe de obras da empresa {JOCA} para conhecer a situação dos trabalhos e ontem, Fernando Pizarro, explicou que a atividade se tem reduzido porque se está tramitando uma modificação do projeto inicial que impede continuar com algumas atuações. Além disso, assinalou que a empresa está aproveitando esta circunstância para dar férias ao pessoal.

Segundo Pizarro, a modificação que está em trâmites incluirá mudanças em aspetos «que não se ajustavam aos critérios de eficiência energética». Em palavras de Emiliano Clemente, chefe de obras de {JOCA}, trata-se de «{mejóras} treinador-funcionais para ajustar-se à regulamento, que é muito exigente. Estamos melhorando a proposta que tinha». Quanto às férias do pessoal, disse que alguns já o estão e outros as terão em breve. Não obstante, negou que não tenha atividade porque, segundo assinalou, se está a trabalhar em jornada intensiva de sete da manhã a duas da tarde e «há pessoas dentro e fora, fazendo cimentações e estruturas» e trabalhando em vazios e chãos.

O presidente da Câmara Municipal disse ontem que o modificado «tinha que estar já», mas se está atrasando e espera que a empresa o presente na Câmara Municipal no mês de Agosto para, após revê-lo, poder/conseguir retomar ao 100% os trabalhos «em setembro ou Outubro». Como exemplo, pôs que as cobertas da terceira planta já levantada não se podem instalar porque faltam questões do modificado.

Além disso, assinalou que foi uma proposta da empresa juntamente com os técnicos municipais e sublinhou que «não suporá um aumento da investimento», de 3,2 milhões de euros, financiados num 80% por Europa. Também não acredita que vá a supor um alargamento do prazo de execução, de 18 meses, porque «os tempos vão bastante bem».

Quanto a problemas com as ordenados, sobretudo de atrasos nos pagamentos, criticados por alguns trabalhadores, o chefe de obras assinalou ontem: «Não me consta que tenha atrasos».

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