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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

A arrecadação se {municipalizará} se assembleia provincial não faz investimentos

Supõe um milhão de euros anuais que «ficaria a cidade para investir». O governo local pede um trato proporcional e apresenta projetos

RAQUEL RODRÍGUEZ plasencia@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
27/02/2020

 

A Câmara Municipal de Plasencia se tem plantado diante da Assembleia provincial Provincial de Cáceres pela escassez de investimentos na cidade. Lhe pediu «um gesto», um projeto de investimento, não pontual, mas sistemática, proporcional ao número de habitantes e que reajuste o «desequilíbrio atual» em relação ao trato que dá ao resto de {muncipios} da província. Se não se produz esse gesto, «nos {replantearemos} se nos saímos do {OARGT}, já que temos autonomia para municipalizarlo», em palavras do presidente da Câmara Municipal.

Assim se o apresentaram Fernando Pizarro e o vereador de Finanças, José Antonio Hernández, à presidenta da assembleia provincial, Rosário {Cordero} e ao vice-presidente primeiro e responsável de Finanças, Carlos Carlos, numa reunião mantida na terça-feira.

Segundo explicou ontem o presidente da Câmara Municipal, só/sozinho as Câmaras Municipais da província menores de 20.000 habitantes têm acesso às subsídios da assembleia provincial, enquanto Cáceres, sede do organismo, recebe investimentos anuais. Por outro lado, em Plasencia, «há zero investimento mais além da manutenção do Santa María, onde não houve obras em anos».

Por isso, foram à reunião, que «levamos pedindo desde/a partir de o verão», com uma lista de projetos para possíveis investimentos, entre eles a reabertura do via que unia a cidade com Malpartida e que é de titularidade provincial. Também, a instalação de relva artificial no estádio municipal, a adequação da depuradora da piscina de verão, vias como o do estacionamento de A Ilha ou o recinto da feira ou a recuperação da piscina de {Sor} {Valentina}.

Igualmente, pediram maior/velho colaboração com eventos culturais como o Festival {Folk}, que é de 6.000 euros frente a 122.000 para o Womad, recordaram, um acordo para o pagamento do {Sepei} e a subida do corte para aceder a subsídios até os 45.000 habitantes. «Os investimentos som fundamentais para que não tenha despovoamento, que também sofrem as zonas urbanas».

Segundo Pizarro, o convénio com o Organismo Autónomo/trabalhador independente de Arrecadação e Gestão Tributária supõe um milhão de euros anuais para a Assembleia provincial e, se se {municipalizara} o serviço, «se o ficaria a cidade e se investiria em coisas necessárias».

A Câmara Municipal espera uma chamada com a resposta da Assembleia provincial, que ontem mostrou seu «absoluta disposição» para manter uma atitude de «colaboração e cooperação» com a câmara municipal e seguir/continuar trabalhando «em projetos que unem».

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