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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 19 de agosto de 2019

A {Ampa} de {Miralvalle} pede apoios por os seus alunos com necessidades

Falam duma situação «insustentável» que afeta ao os alunos. Reclamam um orientador e quatro especialistas para o próximo curso

RAQUEL RODRÍGUEZ
12/07/2019

 

Uno de cada dez alunos da escola {Miralvalle} de Plasencia tem necessidades educativas especiais, um total de 50 de 495 matriculados, segundo os dados da Associação de Mães e Pais de Alunos, que iniciou uma campanha para reclamar mais pessoal de apoio face ao próximo curso porque os que teve o centro o curso passado são «totalmente insuficientes».

A {Ampa} qualifica a situação de «sangrante» num escrito/documento que assinam seu presidente e sua secretária e que detalha que, dos 50 alunos com necessidades, 41 estão registados já em Macaca, cinco em tramitação e quatro de nova registo automóvel, entre eles, três com síndrome de {down}, seis com transtorno autista, outros com transtorno de hiperatividade e um com AME tipo 1.

Por outro lado, o coletivo critica que, o curso passado, o número de docentes e especialistas não foi suficiente, «às vezes incumprindo as medidas legalmente estabelecidas». Assim, assinala que o centro não conta com orientador com dedicação exclusiva e, na memória do curso passado, a orientadora realizou uma «avaliação global negativa de as suas possibilidades de intervenção» ao não poder/conseguir atender seis casos por falta de tempo. Por sua vez, apontam que «as baixas por ansiedade são repetitivas no centro pela carga/carrega de trabalho à que são submetidos» os profissionais.

Assim, a associação considera que «se está prejudicando gravemente e de forma especial aos meninos que necessitam apoio no aprendizagem, mas também muito especialmente ao resto dos alumnos, para além de não permitir a deteção e diagnóstico precoce».

Segundo seus cálculos, o centro necessitaria incluir no plantel, a tempo inteiro, um orientador e quatro especialistas «de forma imediata, para o próximo curso».

provedor de justiça / Assim se o vão a transmitir e reclamar ao Defensor del Pueblo, a Conselheria de Educação da Junta de Extremadura, o Ministerio de Educación «e onde convenha legalmente».

Porque põem de exemplo que «há centros de ensino secundário em nossa cidade que, com menos alunos, dispõem de orientador a tempo inteiro e outros centros com ratios muito inferiores e muitas menos necessidades dispõem dos mesmos recursos. Aos meninos com necessidades os tratam como a números desde a administração. Se {tienes} xis meninos, te serão atribuídos xis especialistas». Afirmam que lhes apoiam os quase mil pais e mães do centro.

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