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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

Verano quente para Francisco

Emilio Díaz Ledesma
13/01/2018

 

En sua enésima viagem a América latina, chama a muitos a atenção que o papa Francisco ainda não tenha ido à Argentina. Se calhar para preparar-se vai agora ao vizinho/morador Chile, onde lhe espera também um verão quente. E não somente por ser o hemisfério {austral}. {Recordemos} que foi Francisco o que canonizou ao papa {Woytila}, um de cujos maiores/ancianidade erros conhecidos foi a bênção que deu ao regime de {Pinochet}. Agora seus partidários dizem que {Pinochet} enganou a Juan Pablo II. Vamos tratar-se de um santo inocente.

Pior ainda é a indignação e rejeição que provoca a negligência com a que o mesmo Francisco segue/continua tratando a {rampante} pedofilia {clerical}. En Chile há mais que negligência passiva: o papa tem tido o valor de chamar «parvos» aos habitantes de {Osorno} por rejeitar a seu bispo Barroso (sim, se chama assim), investigado nesse tema pela Justiça que em cima têm que pagar a visita de quem lhes insulta.

a generosidade do rico

Mãos ao ar: A {filantropía}

Ángel Morillo Triviño

Castuera (Badajoz)

En Espanha, a {filantropía} é algo mais que rir-se da dignidade. Já em ano 2008 num escrito/documento intitulado «{filantropía} demencial» {denuncié} como os políticos nos tomavam por estúpidos ao anunciar «a {magnanimida}»” de que iam a congelar o ordenado. Remunerações, em média nessa altura, rondando os ¡100.000 {€} anuais!, enquanto aos trabalhadores da época se lhes pagava em média --mais ou menos como agora-- uns miserables 20.000 {€} ao ano. E não em todas as comunidades, pois na extremenha não {llegamos}, nem sequer agora já, aos ¡14.000 {€}/ano! em média ({imagínense} nessa altura). Do dispêndio aos pensionistas melhor não falar: em cima de que temos as pensões mais baixas dos países civilizados (por certo, nossos políticos não estão civilizados e a ética mais elementar se a passam por onde lhes parece), é estranho o pensionista que não tem que manter a algum filho ou neto desempregado/parado ou mesmo -e essa sim que é gorda- trabalhando pela {chilindrina} de ¡1.900 {€}/ano!, caso no qual encontram-se dois de cada três novos assalariados ou algum desses ¡doze milhões! que apesar de ter trabalho são pobres. ¡Como para esquecer-se de a economia subterrânea!

Mas isso sim, as grandes empresas espanholas, casos, por exemplo, de {Caixabank} e alguma Grande Superfície, gozam duma {filantropía} inigualável a base de conceder bolsas (seguro que aos filhos de seus melhores clientes) ou de doar umas centenas de milhares de caixas leite para os refeitórios sociais e contentar assim ao pai Ángel. Todas estas «humanitárias» empresas que pertencem ao {Ibex} ou são das mais descontadas em saco/sacola/bolsa, não convem esquecê-lo, «se aproveitam» cada ano da não pouco/bocado inestimável quantidade/quantia de ¡90.000 milhões de euros! de fraude fiscal, para logo figurar como grandes benfeitoras das sociedade com seus «políticas sociais» de grande calado entre as pessoas ignorante ou entre os que têm interesses em suas distribuições de benefícios. Todas sem exceção convertem, mediante engenharia financeira (já acomodada pela política do {filibusterismo} que eles mantêm com suas doações e {condonaciones}), o 30% de seus benefícios num {nimio} 3%, que já está demonstrado fez reduzir-se os rendimento do erário consideravelmente (mais de ¡20.000 milhões de euros! por ano). É incrível como neste país se explora às classes trabalhadoras --de modo próximo à escravidão-- sem a mais mínima consciencializa e depois com quatro cadelas se faz {filantropía} para reconhecimento da sociedade. Com a conivência de Finanças, obviamente. Aqui não é o mercado o que os faz ricos, é o Estado. Mas o trabalhador, caros idealizadores, não quer nenhum tipo de beneficência nem de {altruismo}, quer que se lhe pague dignamente pelo trabalho que realiza e ponto. A generosidade (muito relativa, por certo) para Trump e personagens dessa índole.

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