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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Vargas Llosa e o maltrato animal

Miguel Fdez-Palacios Gordon
10/03/2020

 

Congratula-se o Prémio Nobel de literatura (El País, 1/03/2020) de que o Tribunal Constitucional de Perú rejeite proibir, como pediam os «fanáticos {animalistas}», os touros e as brigas de galos porque é tradição e «essencial de sua cultura» e, num discurso que nada tem que invejar ao de Vox, acrescenta que detrás de tudo isso «está o desprezo pela liberdade» porque se pretende «domesticar o pensamento e a livre eleição dos cidadãos». Além disso, numa {pirueta} {desatinada}, compara o {lacerante} praça taurina com uma «sala de concertos ou um {ballet}». Não podia acreditar/achar que este pensamento tão pueril, insensível e ofensivo {brotara} da ilustríssima mente e brilhante pena. Dom Mario, acredito/acho que o fanático é tratar de justificar como espetáculo feriado a tortura de um animal para procurar o próprio {divertimento}. Os animais, tal como você e eu, som seres vivos que sofrem e sentem dor. É ridículo argumentar que é tradição, pois nas praças/vagas públicas de muitos países e em seu nome se justifica a mutilação de mãos a gatunos ou o {inmisericorde} açoite e {lapidación} de mulheres acusadas de adultério. Também, perplexo me deixou seu desatino ao utilizar/empregar a palavra «liberdade» para defender a tauromaquia como se ao touro ou ao galo lhe {concedieran} capacidade de eleição entre ser torturados e finalmente executados num confronto desigual ou seguir/continuar com sua vida. Salvo que queiramos {involucionar} até uma sociedade bárbara, não é tolerável convivir com a crueldade, a violência ou a tortura. Deveria entender que outro mundo sem selvajaria, {ensañamiento} e tormento exercido gratuitamente até seres indefesos é possível e desejável, e que, com total segurança, a diversão encontra-se muito afastada do suplício.

CARREIRA PROFISSIONAL

Senhor presidente, ¿dorme você pelas noites?

Gonzalo Flores

Empleado de la Junta

Buenos días señor Vara. Sou um mais dos empregados públicos da Junta de Extremadura que me tenho sentido enganado uma vez mais por este governo que se perpétua já com maioria absoluta e que você preside, uma vez mais pedindo o sacrifício económico às famílias que um bom dia {decidimos} preparar-nos uma oposição/concurso público e fazer parte do pessoal ao serviço desta comunidade. Senhor Guillermo Fernández Vara, ¿como pode dormir tranquilo sabendo que tem enganado outra vez a seus empregados e esta vez por escrito/documento? ¿Como depois de/após assinar o acordo com todos os representantes sindicais (o nível dois da carreira profissional) e comprometer-se que a data 1 de Janeiro de 2020 se nos pagaria de forma {prorrateada} na ordenado, tem tido a descaramento por uma má gestão de previsão económica sua, (intencionada ou não, já que se jogavam a candidatura essa mesma semana), {volvamos} a pagar os de sempre? ¡Já está bem senhor Guillermo!, espero que os empregados públicos o tenham em conta o dia das próximas eleições, mas como você sabe bem esse dia ainda está muito longe e com isso conta. De não ser assim não se tivesse atrevido a jogar com o pão dos nossos filhos. Espero que cedo retifiquem e cumpra o que por escrito/documento assinou-se.

Carta à conselheira de Administração Pública

Juan González Galiot

Empleado público da Junta

No está bem, senhora Blanco-Morales, que jogue com a rendimento das famílias de muitos dos empregados públicos da Junta de Extremadura. No fala bem de você que, uma vez mais, a administração nos «tome de reféns» para convir a contas da Junta de Extremadura. No está bem senhora Blanco-Morales que aqueles empregados públicos socialistas, e os que não o som, se lhes tome o cabelo, assinando, faz uns meses, aquilo que não iam a cumprir. Os 80 euros mensais, em média, que está a ficar a Junta de Extremadura, em conceito/ponto de pagamento do nível 2 da carreira profissional de muitos empregados públicos, supõe uma diminui considerável do poder/conseguir aquisitivo das suas famílias, para além de uma «nova partida». Lhe lembrança que os ordenados «não som muito lá...» Acredito/acho que «com as coisas de comer», que dizem por aqui, não se joga e, por isso, lhe {llamo} à reflexão e pense que com o pão das famílias dos empregados públicos não se joga. Pilar, {dígaselo} a Guillermo de meu parte.

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