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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

¿Vale a pena?

José Alcaraz González
13/03/2020

 

Toda guerra civil, entre outras coisas, é uma perdida de tempo, desenvolvimento e progresso duma nação no espaço da História. Espanha chegou a 1936 com a carência de sentido comum e restante de atraso cultural, económico e um fanatismo exacerbado --com fanatismo se mata-- e a intolerância de ideias {incontroladas}, neste caso dos espanhóis desembocaram numa rivalidade fratricida, com a provocação de que alguém tivesse que pôr ordem/disposição, talvez, ¿desmesurado? ¿rigoroso? ¿duradouro?... Nosso país {desecho}, tenta recuperar-se duma estúpida contenda entre irmãos vermelhos e azuis que, como resultado dessa mistura de cores, reflete um violeta. E desde/a partir de essas autênticas ruínas, se teve que caminhar com o peso duma dura ressaca por uma íngreme e tenebrosa subida em cima, que durou... anos. Pelos anos sessenta, e mesmo entre trevas, começa a vislumbrar-se a esperança, depois a luz e seguidamente a primavera efervescente do século vinte. A partir de aí acredito/acho merecia a pena {recordar} as vivências da década dos anos sessenta. Hoje, há uma sensação de mal-estar generalizado e preocupado, que está provocando um rasgadura tristonha no povo/vila que poderia desencadear em nada bom. Vamos a assumir a liderança todos e certamente nos irá melhor; os jovens dalguma maneira nos o agradecerão por para toda a vida, eles também fazem parte da revolução por e para bem de todos. Quero acrescentar/adicionar minha preocupação -igual que muitas pessoas- por alguns coletivos e políticos que insistentemente fazem uso da provocação e procuram sempre a confrontação entre o povo/vila para benefício seu e dos seus partidos. Tudo se pode encher de vida e esperança e também nosso país. Espanha merece-o.

ALIMENTOS SOLIDÁRIOS

Carta aberta ao presidente extremenho

Santiago López Ortega

Madrid

Desde ANDAS (Associação Nacional de Alimentos Solidários) que tenho o honra de presidir a, levamos bastante tempo trabalhando sobre/em relação a uma iniciativa que consiste em pedir ao Ministério de Finanças que quantidade/quantia equivalente ao IVA da doação de alimentos que {realizamos} os cidadãos nas grandes campanhas de recolhidas, se {reinvierta} em doar mais alimentos e assim conseguir, que a onde não chegam os governos (central e autonómico) por meio de Assuntos Sociais com seus recurso, que som limitados, e {llegamos} os cidadãos com nosso sacrifício económico, que tudo este sacrifício seja para doar alimentos, e não que uma parte seja para o IVA.

A quantidade/quantia de quilos doados na recente Grande Recolhida 2019 do Banco Alimentar foram 21 milhões de quilos em toda A Espanha dos que aproximadamente em números redondos 268.000 quilos têm correspondido a Extremadura (tomando como referência os dados da Grande Recolhida 2018, que serão muito similares aos da de 2019 que ainda não temos por autonomias).

Estimando um tipo meio do IVA dos alimentos do 7,5% com o montante do IVA dos mais de 21 milhões de quilo da Grande Recolhida 2018, se tivessem podido doar 1,6 milhões de quilos mais em toda A Espanha, dos que 20.100 corresponderiam a Extremadura, tudo com o mesmo desembolso dos cidadãos.

Entendemos que a iniciativa se poderia englobar não tanto/golo em matéria impositiva, mas mais bem em matéria orçamental e é aí onde pedimos sua voz e voto ou pelo menos sua voz, para que seja considerada na próximos Orçamentos Gerais do Estado e fazê-la efetiva na Grande Recolhida 2020 dos Bancos de Alimentos, a celebrar-se a finais do presente ano e assim emprestar um grande serviço à solidariedade e {altruismo} dos cidadãos da Extremadura e sobretudo aos mais necessitados, que som muitos.

Presidente, temos posta em você e seu Governo nossa ilusão/motivação e esperança, que ajudará e apoiará a iniciativa como considerem mais conveniente e assim paliar na medida do possível as necessidades de grande quantidade/quantia de lares, que têm que decidir, nos recordou recentemente o {Relator} de Nações Unidas, entre passar fome ou passar frio.

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