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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 13 de novembro de 2018

Vaga de frio

María Francisca Ruano
13/02/2018

 

Segundo o {renombrado} {primatólogo} e {etólogo} dos Países Baixos, {Frans} de {Waal}, «os animais sabem o que necessitam saber».

Nós, no reino racional, não. As ondas de frio, secas ou com neve, nevadas notáveis até à nostalgia, não sendo nórdicos, mas {meridionales}, parecem uma {novatada} que deixa de ter graça cedo e imediatamente.

O céu {nacarado}. O chão, também. Opacos, nós. Rígidos por dentro mais que por fora, {agarrotados} por fora bastante menos que no interior. Aí, com nota.

O frio duma onda de inverno só/sozinho se modera e combate com paixão e compaixão dos demais, os outros. Um sentido sorriso seria um substancioso mas, seguro e calmo, amados e amáveis amigos: {avituallémonos}.

OS INTERESSES

A mina de {litio}

{Agapito} Pacheco Basurto

Cáceres

La mina de {litio} de Cáceres se hará pese a la oposición de los ecologistas y de la plataforma {Salvemos} la {Montaña} si es rentable, porque é um projeto de interesse/juro regional da Extremadura, nacional e internacional, que supõe um dos maiores/ancianidade jazidas de {litio} na Europa, segundo as cartas que se têm realizado.

Não prateleira há muitos interesses ocultos para que a mina não se abra:

Os políticos: porque temos de {arañar} votos à custa de não prejudicar a santíssima montanha.

Os ambientalistas: porque temos de proteger as borboletas antes que ao ser humano.

Os proprietários das parcelas: porque se lhes estraga em seu ambiente, antepondo antes o usufrua pessoal o bem coletivo.

Os proprietários dos oliveiras: porque recebem agora subsídios por oliveiras que nem cultivam nem {recolectan}

Os proprietários das explotações de gado: porque alugam para aproveitamento pecuário os restolhos e ervas de olivais e estas quintas para alimentar o gado de lã.

A tudo isso se lhes aborrece negócio. Se se abre a mina, certamente terão consequências e seu ambiente. O que temos de exigir, pois, será que garantir com a empresa que os danos ecológicos sejam mínimos. Por exemplo, se poderia avaliar a possibilidade de sua exploração rentável mediante galerias, em lugar de céu aberto, embora seja menos rentáveis, mas sempre que o seja.

Em definitiva, tudo se reduz a procurar o menor dano possível à natureza com as medidas oportunas. Os benefícios para Cáceres e província são mais importantes que os preconceitos a uns poucos. Ninguém quer ter poluição em seu ambiente, o progresso, por suas vantagens desvantagens, acabará por impor-se.

Temos de valorizar e decidir adotando a melhor opção, progresso recuo, que Cáceres e província necessitam.

V CENTENÁRIO

Batalha de {Villalar}

Francisco J. Sánchez Sinovas

Bárcena de Cicero (Cantabria)

La Fundação {Villalar}-Castela e León tem anunciado que manteve contactos com as comunidades de Castela-La Mancha e Madrid para celebrar o V centenário da batalha de {Villalar} em 2021. Nessa batalha se elucidou o destino da revolução {comunera}, que primeiro estourou em Toledo, a principal cidade de Castela a Nova nesses tempos. Mas também essa revolução teve seu ponto final na queda/redução de Toledo em Fevereiro de 1522, com o exílio de María Pacheco a Portugal. Em definitiva, tratam-se duns factos/feitos históricos que correspondem a toda Castela. Talvez mais importante seja oferecer o principal legado das cidades castelhanas, a Lei Perpétua de 1520, outro V centenário em {ciernes}. Resulta ser o primeiro precedente constitucional {hispánico} e europeu, já que proclama pela primeira vez que é o reino o que manda ao rei, estabelecendo a independência das Cortes e da administração de justiça.

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