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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Unitaristas {vs} {federalistas}

Jaume Ruiz Castro
06/11/2019

 

As origens do nacionalismo e o {regionalismo} moderno tem seu lugar na literatura com o «{resurximento}» (ressurgimento) na Galiza sendo o personagem ilustre {Rosalía} de Castro, «a {renaixença}» (o renascer) em Catalunha sendo o personagem ilustre {Mn}. Jacinto Verdaguer, entre outros e o romantismo no resto de Espanha, sendo os personagens principais os extremenhos José de Espronceda, entre outros (Espanha) e para Extremadura Carolina Coronado. São correntes literárias que têm como comum denominador o amor até a terra. Não tardou que este sentimento {cogiera} um corpo ideológico e de atribuir a um personagem o Pai da Pátria. Ao politizar-se e com esse grande desejo de transformar a região de nação cultural num estado se criou a tensão entre unitaristas e {federalistas}, tensão que continua a estar vigente, tal como se viu no debate do passado 4 de Novembro entre Casado e Sánchez. O artigo 2b da Constituição Espanhola fala de que Espanha está composta por regiões e nacionalidades. A palavra nacionalidade significa que pertence a uma nação e tem dois conotações, a saber: esta nação pode ser um Estado; ou bem uma nação cultural: coletivo que tem sua própria língua, história, cultura e não está constituído como Estado. Pedro Sánchez no debate se situava numa nação cultural no caso de Catalunha, {Galicía} que pelas posições federativas do PSC se poderiam transformar em Estado.... e Casado ia pelo conceito/ponto de Estado. Se não se tem claro a interpretação correta da palavra nacionalidade na CE dificilmente terá um consenso em política territorial.

SOCIEDADE

Temos de entender-se em vida

Carlos J. Cidade

Bioquímico

O 1 de Novembro, dia de Todos os Santos, senti a necessidade de visitar a meu irmão e aos meus pais, que descansam no cemitério de {Montjuïc} olhando ao mar Mediterrâneo. Para além da visita de amor, pude ver e ler muitas lápidas e contrastar a grande diversidade cultural de todas as pessoas que jazem nesta montanha, entre o porto e a cidade. Senti na brisa um clamor que transmitia aos que ainda estamos vivos que um dos valores mais importantes da humanidade é ajudar-nos, falar-nos, {compenetrarnos}, lutar para melhorar a convivência e resolver os problemas cada vez mais complexos do planeta que nos sustenta e que estamos destruindo.

Inexoravelmente, por muito que {retrasemos} os processos bioquímicos, {llegaremos} a esse momento de desgaste final, mas enquanto possamos respirar a atmosfera e sentir essa brisa, a energia deveria {direccionarse} ao entendimento, o diálogo, chegar a consensos e usufruir deste processo entre o nascimento e a morte que se chama vida.

Me parece que não faz falta que especifique mais, porque se a energia se investe em estimular diferenças e confrontações, somente se consegue alimentar e {amplificar} ciclos {fútiles}. Procurando no mais profundo de todos nós, com toda segurança podemos chegar a acordos em todos os sentidos.

Nos o devemos a nós mesmos e a nossa descendência. Quando venham a visitar-nos nos o agradecerão.

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

«Quero a meu cão»

{Joaquim} {Gil}

Barcelona

Fai é um cão singular. É um pastor alemão de 12 anos, duns 45 quilos, com uma particularidade: tem {atrofiadas} as patas traseiras e as suporta com uma cadeira de dois grandes rodas que lhe permitem mover-se com facilidade. Cuidar a um cão tão grande destas características não deve ser nada fácil, mas ao comentário, Olga, sua proprietária, me responde: «O quero a meu lado e ele o sabe e me necessita. Sei que me afeta física e emocionalmente, mas não me quero dar por vencida. E como tenho um casal que me ajuda e me compreende, posso cuidar a Fai e dar-lhe tudo o carinho que podemos. Apesar das dificuldades que isso comporta». E acrescenta: «O quero, o queremos muito, e ainda que seja arrastando-se por casa sem a ajuda de suas rodas, nos importa sua companhia». {Valoro} este comportamento e valentia. ¿Porque é que alguns queremos tanto/golo aos cães?

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