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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Unidade diante da crise sanitária


11/03/2020

 

Espanha é o país de Europa, depois de/após Itália, no qual o {covid}-19 avança com mais velocidade. Trata-se, em palavras do presidente do Governo, Pedro Sánchez, duma emergência sanitária da que ficam pela frente/por diante «semanas difíceis e duras». Perante esta realidade, o Governo, em coordenação com a Comissão Europeia, tem impulsionado uma larga/ampla bateria de medidas nos dois frentes da crise: o sanitário e o económico. Medidas, como enfatizou Sánchez, baseadas no momento atual , e que podem várias segundo como evolua a epidemia.

No âmbito sanitário, é crucial cortar/fechar a cadeia de contágio para evitar uma saturação do sistema sanitário e que o coronavirus afete aos coletivos mais vulneráveis, sobretudo os anciãos. Ontem tomaram-se medidas de largo espectro: a suspensão de todos as viagens do {Imserso} durante um mês, a obrigação de jogar à porta fechada todos os encontros desportivos de grande afluência durante as próximas duas semanas, a suspensão de todos os voos que conetam Espanha e Itália... A isso se lhe somam as medidas adotadas nas zonas de maior/velho incidência do vírus (Madrid, Vitória, {Labastida}, A Rioja), como a suspensão das turmas em todos os níveis educativos ou a proibição de celebrar atos que congreguem a mais de mil pessoas.

No terreno económico, Sánchez anunciou um plano de choque que incluirá medidas de proteção às famílias afetadas pelo fecho de centros educativos; garantir o fornecimento de medicamentos e acesso a material sanitário; ações para proteger o emprego em sectores que sofrem quedas temporárias de procura; abrir linhas de crédito para assegurar a liquidez das pequenas e médias empresas; e medidas específicas para o turismo e o transporte. Tudo isso, em obrigada coordenação com os parceiros sociais e a UE. A presidenta da CE, {Ursula} {von} {der} {Leyen}, anunciou a mobilização de até 25.000 milhões de euros. A flexibilidade do Pacto de Estabilidade e exceções às ajudas ao Estado som medidas razoáveis a nível comunitário dada a magnitude da crise.

É inegável que o vírus afeta de forma direta às rotinas de vida de toda Espanha, e é de temer que estas {disrupciones} vão em aumento. Para uma correta gestão da epidemia por parte das autoridades é capital a unidade. A informação, a coordenação, a transparência e o difícil equilíbrio entre trabalhar na prevenção e não cair no alarmismo som as obrigações dos governantes. A dos cidadãos é colaborar com as medidas preventivas e entender e aceitar as {disrupciones} que vão a proliferar ainda mais. Só/sozinho assim se pode lutar contra o contágio. Está em jogo a saúde pública e o bem-estar dos cidadãos.

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