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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

Uma pergunta para {Sophia}

A. Prieto Orviz
13/06/2018

 

Faz uns dias, {Sophia}, um robô com forma humana e inteligência artificial que, até ao momento, está considerado como um dos mais desenvolvidos do mundo, esteve presente e interveio num ato de carácter científico/cientista celebrado na Universidade Pública de Navarra, causando surpresa entre os assistentes pela elevada capacidade de {interaccionar} com as pessoas através da conversa e os gestos faciais. Nestes momentos, lhe perguntaria a {Sophia} que opinião lhe merece que um navio com 629 pessoas a bordo (entre elas pessoas doentes, mulheres grávidas, bebés e aproximadamente uma centena de menores) possa permanecer vários dias à deriva em alto mar sem mais atenção que a emprestada por integrantes de organizações não governamentais. Me {inclino} a pensar que sua resposta seria mais humana que a oferecida por indivíduos que sentem e respiram. E lhe apresentaria mais interrogantes, mas não sei se será conveniente, pois também não trata-se de {atosigar} e conduzir ao desconcerto ou bloqueio mental ao jovem {androide}.

novo governo

Ao ministro do Interior

José Miguel Cedillo

Psicólogo

Apreciado juez y esperanzador ministro del {Interior}, como órfão de ETA desde que aos 3 anos assassinaram ao meu pai em {Rentería}, o polícia nacional Antonio Cedillo Toscano, não lhe pedirei o impossível. Não lhe peço a vingança porque tenho especialista/conhecedor que meu pai não quereria isso para seus netos. Nem que persiga aos maus, porque tem demonstrado que sabe fazê-lo com valentia a risco de sua vida. Nem justiça, porque a traz no ADN.

O caso de meu pai se deixou prescrever como tantos dos 360 sem esclarecer. Não lhe peço mais sensibilidade com as vítimas que os anteriores ministros porque a pouco/bocado que lhe guie seu coração e não o oportunismo, fá-lo-á melhor. Não lhe posso pedir que não se {acomode} ao espaço de conforto de ver às vítimas só/sozinho pelos olhos de aqueles que se têm burocratizado até fazer disto seu {modus} {vivendi}. Mas pelo menos saiba que ouvir pessoalmente a quantas vítimas de ETA possa é uma opção mais para conhecer o que realmente o Estado pode (e deve) fazer por nós. Não lhe posso pedir que não negoceie com os terroristas metidos a parlamentares nem que não entre ao lama do aproximação de presos porque fazê-lo ou não é sua responsabilidade pelo bem de Espanha.

Simplesmente lhe peço que não nos falhe. Os órfãos de ETA necessitamos ao Estado. Alguns dos meninos aos que ETA lhes matou a os seus pais hoje somos pessoas com sequelas físicas e psicológicas acreditadas. Sei do que falo porque vencendo ao terror me fiz psicólogo para entender-me melhor. {Merecemos} viver como qualquer jovem. Lhe prometo que o {intentamos} cada dia apesar de que não nos o põem fácil quando perdemos um trabalho ou não {superamos} uma entrevista porque não entendem nossas crise. Esta falta de sensibilidade a {sufrimos} e é o resultado de todos os que antes de você fizeram-no fatal. 40 anos depois e com ETA dissolvida, a leitura {miope} da lei não nos reconhece como vítimas de plenário/pleno direito, pelo que sem atender a a realidade dos casos nos deixam fuera das coberturas que separam uma vida digna doutra na qual justiça e reparação são palavras vazias que se perdem num {tuit}.

{CELIA} {VILLALOBOS}

Farto de mentiras

Pablo Lemberg

Barcelona

El Gobierno que encabeza el señor Sánchez no es ilegítimo porque surgió de una moción de censura apoyada por los representantes legítimos de la mayoría de los votantes españoles. Senhora {Celia} {Villalobos}, você foi uma ministra de Saúde ilegítima porque foi nomeada a dedo sem ter a mais peregrina ideia nem a mais mínima idoneidade para o cargo, como demonstrou com sua péssima gestão da epidemia das vacas loucas. Isso sim, sem chegar ao {patetismo} de Manuel Fraga, que se encarregou ao apóstolo Santiago.

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