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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 23 de junho de 2017

Um incêndio põe em {vilo} a Portugal


19/06/2017

 

O {pavoroso} incêndio florestal que tem costado a vida a mais de 60 pessoas numa zona florestal do centro de Portugal constitui uma das maiores/ancianidade tragédias da história recente do país vizinho/morador e gerou uma comoção mundial tanto/golo pelo número de falecidos como pelas dramáticas circunstâncias em que se desenvolveu. O que parecia inicialmente um fogo de baixas dimensões no pequeno concelho de {Pedróg}ãou Grande causado por uma trovoada de raios tornou-se de forma {inopinada} –e ajudado por uns fortes e mudáveis ventos– num inferno de chamas que avançaram com impressionante rapidez arrasando tudo a seu passo, tanto/golo fazendas como vidas. O cenário da tragédia não pôde ter corantes mais dantescos: pelo menos 30 das vítimas mortais (famílias inteiras entre elas) pereceram {carbonizadas} ao ficar apanhadas em seus veículos por uma língua de fogo que lhes surpreendeu quando circulavam por uma estrada.

Quando volte a acalma, as autoridades portuguesas serão obviamente as primeiras interessadas em dar início uma rigorosa investigação e esclarecer se teve algum tipo de negligência. Tudo parece indicar que não há detrás uma mão pirómana assassina, mas estamos perante uma soma de condições climatológicas perversas: {bajísima} humidade, altas temperaturas, ventos descontrolados e um raio que acende a fogueira.

A magnitude duma tragédia desta natureza obriga a apresentar alguma reflexão geral. Espanha, como seu vizinho/morador da península Ibérica e com muitas condições atmosféricas similares, também tem vivido fogos devastadores. Agora mesmo, num período de sufocantes temperaturas, o nível de risco é muito alto. No caso desses incêndios fortuitos só/sozinho servem os planos de prevenção mantidos em tempo de bonança mas que resultem eficazes com bons mapas de corta-fogo, limpeza da erva inflamável e criação de postos de vigilância. Resulta um trabalho que exige paciência, dedicação e sobretudo recursos humanos e económicos. As políticas florestales são as primeiras que sofrem quando há cortes orçamentais. Que a atual tragédia de Portugal nos refresque essa velha lição de que os fogos do verão se apagam em inverno. E para isso faz falta decidida vontade política e investimentos suficientes que a acompanhem.

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