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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Um direito dos pais, não uma imposição


08/03/2020

 

Estamos numa época na qual o único motivo de mobilização da massa social é a luta pelas liberdades. Até agora, a liberdade era entendida por alguns políticos como liberdade de oportunidades, sem saber demasiado bem se estas eram em prol do bem comum ou da pobreza humana. Ora bem, quando a liberdade se enfrenta a situações incómodas como o direito de escolher escola, se opta pelo monopólio. Em nome da igualdade, se eliminam os concertos escolares e as liberdades dos pais a escolher uma escola ou outra; se segregam escolas, por razões de bolso, entre privadas e públicas, e tudo isto faz com que se agrave ainda mais a diferenciação social. Parece que o foco não seja a melhoria da qualidade do ensino, mas uma poderosa ferramenta de controlo social, um tentativa de uniformizar unilateralmente a educação com critérios políticos e ideológicos. ¿Será que a liberdade de escolher só/sozinho ficará em mãos de aqueles que pode ir a uma escola privada? Lástima que todos os que se enchem a boca falando e lutando pela liberdade estejam ocupados em {laminar} as liberdades individuais dos cidadãos, limitando a eleição dos pais sobre/em relação a o modelo educativo que querem para seus filhos. Se publicam decretos limitadores sem mais, ¿e som capazes de falar duma república de liberdades? Queremos viver num país sem {segregración} escolar. Por isso, teria que repensar um modelo de financiamento onde escolher escola fora um direito dos pais, não uma imposição do governo autonómico. Se a concertada fora gratuita, toda a gente poderia escolher seu modelo educativo. Escolher escola não é nem teria que ser um privilégio.

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