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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

A tragédia dos ‘meninos da guerra’


02/01/2018

 

O panorama que descreve Unicef em seu último relatório/informe sobre/em relação a a infância nos cenários bélicos do mundo resulta aterrador. Para a organização humanitária o 2017 se calhar passe à história como o ano mais cruel para os menores, que têm sofrido as consequências diretas da guerra em «proporções alarmantes». As cifras são avassaladoras. Em Afeganistão 700 meninos têm morto nos primeiros nove meses. No {noroeste} de {Camerún} e Nigéria, mais de 135 menores foram forçados a cometer atentados suicidas pelo grupo jihadista {Boko} {Haram}. A violência tem obrigado na República Democrática do {Congo} a 850.000 meninos a fugir de suas casas e, em {Sudán} do Sul, pelo menos 19.000 foram alistados em grupos armados desde o início das hostilidades. No caos que supõe um conflito armado, os meninos resultam os mais danificados. São ainda demasiado jovens para compreender o que acontece e não têm nenhuma forma de defender-se contra o perigo. São vulneráveis e se convertem num objetivo fácil que as forças armadas não têm {reparos} em explorar. Ninguém pode voltar a face perante tão formidável violação dos direitos infantis. A prevenção dos grandes conflitos é a única forma de poder/conseguir melhorar as vidas ameaçadas de tantos meninos da guerra. Não é tarefa fácil pelos mesquinhos interesses que ocultam sempre as crise bélicas. Mas é um desafio que nos interpela a todos.

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