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Teremos que aprender

 

16/05/2020

Desde/a partir de o início do estado de alarma temos visto como os mais maiores/ancianidade foram as pessoas mais vítimas pela doença. Também temos visto a entrega do pessoal sanitário, cuja vontade e dedicação têm suprido a escassez de material e pessoal, consequência das políticas de cortes (que deviam tirar-nos duma crise anterior). Se têm {arremangado} diante da avalancha de pacientes, pondo-se em risco, para estar ao serviço da população. Igualmente têm atuado outros sanitários, como o pessoal de farmácia, que atende, aconselha e apoia a aqueles que o necessitam verdadeiramente e suporta a aqueles que se acreditam geniais por ludibriar o confinamento para ir a comprar produtos desnecessários. Temos tido ocasião de comprovar como aquelas pessoas com trabalhos de «baixa qualificação» (em lojas de alimentação, padarias, mercados, supermercados, drogarias, tabacarias...) estiveram e seguem/continuam ao pé do canhão para que nada nos falte a aqueles que {observamos} desde/a partir de as varandas, a salvo. Não entendo de economia, mas a consciencializa me diz que a economia não pode (ou não deve) determinar as condições de atenção e cuidado dos maiores/ancianidade, nem dos meios e profissionais necessários para atender a saúde da população. Também deveríamos pensar em melhorar os salários, em transformá-los em ordenados dignos, de todas as pessoas com trabalhos «pouco/bocado qualificados», hoy essenciais para cobrir as necessidades básicas de todos, também dos que teletrabalhamos/trabalhámos graças à formação que nos permitiu aceder a postos qualificados. ¿Seremos capazes de aprender? ¿Teremos suficiente imaginação para solucionar os temas pendentes?