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Teleestreitamente com garantias

 

26/07/2020

Después do grande salto até o teleestreitamente, imprevisto e empurrado pela necessidade, que fizeram numerosas empresas e trabalhadores o passado Março coincidindo com o início do estado de alarma, a novidade inicial deu passo a uma adaptação, um {acostumbramiento}, a esta modalidade de emprego que até antes da pandemia era minoritária em nossa sociedade. Os últimos quatro meses têm oferecida suficiente rodagem como para implantar novas rotinas nos sistemas produtivos, e para identificar os prós e os contras. O debate sobre/em relação a os efeitos na conciliação, na saúde e os direitos dos trabalhadores, mas também na sustentabilidade das empresas, se viu deslocado devido à emergência sanitária, mas não pode demorar-se por mais tempo se, como ninguém dúvida a estas alturas, o teleestreitamente tem vindo para ficar. O anteprojeto de lei que prepara o Governo deve resolver estas questões.

A nova realidade deu pé, além disso, a fenómenos como o transferência do teleestreitamente às segundas residências. Com a chegada do bom tempo, o final do curso escolar e a ameaça de um novo confinamento, som muitas as pessoas que têm optado por conetar o computador na sua casa de veraneio. Por um lado, este facto/feito é sintomático de até que ponto se tem normalizando o estreitamente à distância. Segundo cifras do INE, quase a metade das empresas espanholas (o 48,8%) têm parte de seu planteis/quadros trabalhando em remoto, em tripla que antes da crise do coronavirus. Por outro lado, no entanto, trabalhar desde/a partir de as segundas residências acrescenta interrogantes a uma situação cujo quadro legal está por definir. ¿Deve o empregado comunicar a sua empresa sua nova localização? ¿Que acontece se a produtividade baixa devido a uma pior conexão a internet no segundo domicílio?

O teleestreitamente só/sozinho é uma alternativa válida quando pode levar-se a cabo a mesma atividade que se faria no centro laboral, sem que nenhuma das partes (empregado e empregador) saia prejudicada com a mudança. Tudo isto leva a sua necessária regulação. O Governo está consciente de a urgência de esclarecer as condições em que deve desenvolver-se o teleestreitamente, e já começou a negociar com o patronato e os sindicatos o anteprojeto de lei que pretende aprovar o quanto antes. A disposição ao diálogo e a sensação de que há mais pontos de acordo que de {disenso} entre os parceiros sociais animam a pensar que cedo terá uma lei que adapte o regulamento laboral à nova realidade. O teleestreitamente pode dar benefícios tanto/golo aos trabalhadores como às empresas (poupança de tempo ao evitar os deslocações, facilidade para flexibilizar horários, o que se traduz numa melhor produtividade, etc.). Mal focado, pode causar problemas de conciliação, stress, perda da coesão do grupo... Trata-se de que, sem menosprezar os direitos dos trabalhadores nem causar um prejuízo económico aos empresários, se saibam aproveitar as oportunidades que apresenta esta nova revolução tecnológica.