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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Sofrer em silêncio cada dia

Lourdes Monjil
12/03/2020

 

Tenho 54 anos, e no passado ano, depois de/após estar muitos anos padecendo dor, por fim me deram um diagnóstico fiável, pois sempre me diziam que tinha desgaste de ossos. O diagnóstico foi que tenho {fibromialgia}, a doença invisível e não críveis/ credíveis/acreditáveis para muitas pessoas. Chega um momento no qual não {sabes} já que é o que te dói, porque cada dia é algo diferente. Embora não {quieras} e pretendas ser forte, a dor pode mais que tu, {entras} em depressão e ansiedade e o mundo se derruba a teus pés. As pessoas que te conhecem te acreditam e, embora no estreitamente é complicado, {intentas} sorrir e cumprir com tuas tarefas quotidianas. O mau é que alguns companheiros/colegas pensam que não te dói nada porque sais e {entras} e {quieres} viver, mas não é assim. Embora tenhamos boa cara, a dor sempre vai connosco. Só/sozinho peço mais consciencializa sobre/em relação a esta doença, mais investigação e que nos criam/acreditem a todos os que a {sufrimos}. Ter boa cara ou querer arranjar-te um pouco/bocado não quer dizer que a dor desapareça, só/sozinho que {quieres} sentir-te ou tentar sentir-te melhor. Peço mais qualidade de vida para as pessoas que, como eu, sofrem em silêncio.

CORONAVIRUS

El mundo rico treme com um vírus

Julián Mora Aliseda

Badajoz

{La} sociedad actual, com seu turbilhão tecnológico e {ensimismada} em seus avanços científicos, que tanto/golo bem-estar nos está produzindo (alimentos, esperança de vida, viagens rapidíssimas, telefones inteligentes, etc), se preocupava com assuntos de elitistas, como os nacionalismos ou a antiglobalização, enquanto se tinha esquecido da fragilidade humana para novos vírus.

As doenças contagiosas de «outras geografias» não contam para ocidente porque se circunscrevem a países pobres e somente afeta a algum viajante ocasional que atreve-se a visitar essas zonas. Mas essas doenças distantes geograficamente seguem/continuam matando muitas pessoas. Assim, no passado ano o sarampo causou umas 100.000 mortes; o ébola mais de 110.000; a malária se levou a umas 400.000 pessoas; uns 4.000.000 milhões de habitantes falecem por culpa das águas em mal estado; e, quase 9.000.000 milhões de pessoas por culpa do fome.

Também, doenças que passaram às «outras histórias» nos deveriam servir para tomar as medidas corretas a situação atual, como a mal denominada «gripe espanhola», de 1918, que provocou mais de 50 milhões de mortes em todo o planeta.

Fica claro, que a verdadeira pandemia de carácter «viral», especialmente pelo que se fala dela nos meios de comunicação e que estão a causar histeria coletiva, é a que afeta aos países ricos. Pois embora a taxa de {letalidad} do coronavirus seja inferior a 3% dos afetados, tem conseguido paralisar uma parte da economia mundial, e isto não é mais que o princípio.

No entanto, apesar de que não seja tão mortífera é de lamentar que não se tomem em Espanha as precauções necessárias com o coronavirus em propagação ascendente, e o último fim-de-semana se tenham realizado eventos desportivos multitudinários a porta aberta, assembleias de partidos em instalações {techadas} e manifestações populares pelas ruas, o que é duma irresponsabilidade e temeridade absoluta. Não se {percatan} das medidas que puseram-se em marcha noutros países, parecesse que os espanhóis tivessem uma genética diferente ao resto da humanidade.

Prudência e responsabilidade

Alejandro Prieto Orviz

Gijón

Ante o sério problema de saúde pública que representa a propagação do coronavirus, com efeitos também {distorsionadores} da vida social e pessoal, a cidadania deve reagir na medida do possível com prudência e responsabilidade, prestando atenção às recomendações levadas a cabo pelas autoridades sanitárias de forma que não acabem no contentor da insensatez. É evidente que não resulta satisfatório encontrar-se com medidas que podem frustrar ou modificar alguns dos planos marcados em nossa agenda, bem como alterar parte das costumes que fazem parte do quotidiano, mas a situação criada requer de colaboração e acordo/compromisso por parte da população.

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