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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

Separar Polícia catalã e política


01/09/2017

 

A polémica suscitada pela publicação em EL PERIÓDICO EXTREMADURA e todos os diários/jornais do GRUPO ZÊ da alerta da CIA aos Polícia catalã, em Maio passado, sobre/em relação a o risco certo de um atentado de corte jihadista na Rambla barcelonesa, não pode nem deve embaciar os elogios generalizados que a polícia autonómica se tem ganho por sua reação após este bruto {zarpazo}, tanto/golo na neutralização da célula terrorista como na transparência informativa imediatamente posterior. Mas com a mesma clareza e contundência o diário/jornal pode e deve afirmar que, contrariamente ao que sustentam interessadamente alguns sectores, em nenhum momento subjaz baixo/sob/debaixo de esta revelação jornalística um tentativa de estabelecer uma relação de causa-efeito entre o aviso procedente de EUA e uma hipotética evitação do atentado. Ninguém pode afirmar que isso teria sido assim, porque a segurança absoluta não existe nem aqui nem em nenhuma parte.

As sinceras e merecidas amostras de apoio que receberam os Polícia catalã por parte da população após o 17-A não podem ocultar que este corpo está a ser objeto de interessados cálculos face ao referendo independentista previsto para o 1-O. E perante este tentativa de mistificação temos de ser taxativas: nem a política deve condicionar o trabalho profissional dos Polícia catalã nem os políticos devem escudar-se na polícia autonómica para dissimular suas carências ou erros. A conferência de imprensa que ofereceram ontem o {conseller} de Interior, {Joaquim} {Forn}, e o {major} dos Polícia catalã, Josep Lluís Trapero, foi um exercício de esforços mau dirigidos, e em lugar de suas invetivas contra os meios que publicaram a notícia deveriam ter abundado nas gestões realizadas após o aviso procedente de EUA e em porque é que até agora o tinham negado.

Hoy, apesar de estas turbulências originadas pela proximidade do 1-O –melhor dito, devido à proximidade dessa data–, temos de {recordar} qual é a função básica do jornalismo numa sociedade democrática: pôr luz onde não a tinha, para que os cidadãos estejam bem informados e tenham sua própria opinião. As revelações de ontem deste diário/jornal perseguem esta finalidade, e sobretudo a de contribuir a que um melhor conhecimento do terrorismo faça mais difíceis novos atentados. O mesmo objetivo que têm os Polícia catalã, aos que temos de exigir que a brilhante gestão da informação após o 17-A tenha continuidade. E sem manejos políticos.

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