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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Senhor Aznar, desça do {Olimpo}

Miguel Fernández-Palacios
04/06/2018

 

Após a detenção de {Zaplana}, se lhe reconhece a Aznar um brilhante currículo: 22, de seus 34 ministros, estão ou estiveram encarcerados, implicados ou imputados em casos «isolados» de corrupção, por não enumerar presidentes de comunidades autónomas nem cargos menores. O imensa estrumeira de seu legado corrupto arrasa Espanha afogando a justiça social e seu insuportável {hediondez} {engulle} a saúde, a educação, a igualdade e a convivência, sem obviar o dano massivo de seu «milagre económico» pela confluência, {felizmente} irrepetível, da criação do euro, a bonança económica mundial, o espólio do património de todos e a especulação imobiliária que levou ao estouro da grande borbulha com suas dramáticas consequências. ¿Não somos dignos os espanhóis de seu desculpa?

Seguro que Aznar não se diminuirá a falar aos mortais; mas quando sua desídia {in} vigiando mantida no tempo –se não foi consentimento– se voltou em cooperação necessária para delinquir, o silêncio não pode ser a resposta.

EMPREGO

Permanente conexão digital ao trabalho

Andrés Moreno

Relaciones Públicas

{Si} le dijéramos a nuestra familia que tras finalizar nuestra jornada laboral diaria de ocho horas, nos obrigam a ficar-nos na escritório durante uma hora mais, de forma não remunerada, possivelmente nos olhariam incrédulos e estranhados. Tudo mudaria se em seu lugar, ao chegar a casa, lhes dizemos que devemos responder umas chamadas e enviar uns correios eletrónicos do trabalho antes da jantar, ação que veriam mais normal/simples, mas que vem a ser exatamente o mesmo.

Segundo um estudo da consultoria {Ipsos}, o 65% dos trabalhadores espanhóis trabalha fuera do horário laboral de forma não remunerada. Ação que implica superar a jornada máxima diária e uma conexão permanente ao trabalho que, longe de ser produtiva, degenera numa situação de stress e mal-estar, tanto/golo no âmbito profissional como no pessoal. Existem empresas que consideram necessária essa conexão permanente para o desenvolvimento empresarial e se lhe impõe ao trabalhador essa disponibilidade total como uma obrigação, passando por alto os artigos 34 e 35 do Estatuto do Trabalhador que de forma resumida indicam que «os empregados têm direito a não atender nem chamadas nem mensagens fuera da jornada laboral a menos que computem como horas extraordinárias e se descontem». A urgente precariedade laboral, o medo a perder o posto de trabalho e a desinformação do próprio empregado são os principais fatores que favorecem a aceitação desta jornada fora de horário, fazendo que a desconexão digital laboral se converta numa utopia e que o número de afetados por stress laboral vá em aumento ano após ano.

Em França, já existe um regulamento específica que regula esse direito. Já vai sendo hora de que em Espanha tomemos exemplo do nosso país vizinho/morador.

CATALÃ E ESPANHOLA

Não me etiquetem

Nieves Navarro

Holanda

Me siento catalana porque aquí {nací}. Me sinto espanhola porque {admiro} a Cervantes e a {Serrat}. Me sinto holandesa porque meu ordenado vem dali. Meu coração se impressiona quando qualquer país, devastado por um terramoto, um tsunami ou um atentado, anseia emergir. Deus, se foi ele quem criou este mundo, não acredito/acho que o fizesse para que puséssemos muros nem barreiras entre nós. ¿Quando, onde, e porque é que começou tudo? {Personajillos} de distribuição se acreditam protagonistas da história e em seu delírio pensam que seus todos, somos todos. Em sua intolerável arrogância e superiodidade só/sozinho está sua verdade. A tua, {guárdatela}.

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