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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

Os reptos/objetivos pela frente/por diante do Banco Central Europeu


03/06/2018

 

O Banco Central Europeu (BCE) cumpre 20 anos ao mesmo tempo que Itália estreia Governo eurocético, o que, para além de uma coincidência no tempo, é um reflexo do avanço do populismo ao que devem fazer frente hoje as instituições europeias, incluído o supervisor bancário.

Das últimas duas décadas, os anos mais difíceis foram os da crise do euro que estourou em 2010. Os resgates da Grécia, Irlanda, Portugal e Chipre, bem como o resgate bancário de Espanha, lhe valeu não poucas críticas ao BCE (e a os seus sócios da {trokia}, o FMI e a CE) pela política de cortes que tem implicado; no entanto, esta firme/assine atuação solucionou uma queda/redução de imprescindíveis consequências nos países mais afetados. A célebre frase de Mario Draghi, que assegurou no 2012 que faria «tudo o necessário» para salvar o euro, não foi uma promessa vã.

O presidente do BCE impulsionou medidas não convencionais de estímulos, como a compra de passes e as injeções massivas de liquidez, com os tipos no 0%. Estas medidas deram um pausa às economias locais e agora é o momento de abordar os próximos reptos/objetivos. Completar a união bancária é um dos mais importantes.

O BCE tem consolidado seu papel de guardião do euro, mas a um alto preço: seu {reputación} está questionada e crescem as vozes contra da moeda única. Aumentar a transparência e melhorar os mecanismos de {gobernanza} económica reforçará a união monetária perante eventuais crise futuras.

O Reino Unido que nunca assumiu a moeda única e que posteriormente acordou abandonar a União Europeia foi um duro golpe para a estabilidade económica.

Na semana passada, Itália tentou pôr à frente da Economia do país a um eurocético, que poderia ter sido uma punhalada de consequências imprescindíveis para o futuro da união monetária, mas o presidente italianista os travou a tempo. A situação não está decidida e os contrários ao euro e a um Banco Central Europeu seguem/continuam ao {acecho} e aproveitarão a mínima oportunidade para derrubar ao BCE e tudo o que isso implica: a própria União Europeia. Só/sozinho uma política económica que permita o crescimento sem recortar os direitos dos trabalhadores e sem cortes da investimento poderá fortalecer mais ao BCE.

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