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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Reagir com proporção


10/03/2020

 

As autoridades sanitárias de todo o mundo têm incrementado nos últimos dias e nas últimas horas a contundência para evitar a propagação do coronavirus: em cada país, em função do grau/curso universitário de expansão da epidemia. Desde/a partir de as medidas de isolamento geral em toda Itália às centradas nas regiões com transmissão preocupada, como Espanha. O medo a tomar medidas que danifiquem desnecessariamente à economia deu passo à constatação de que o impacto económico da crise já está aqui. É o momento de atuar. E é agora o momento de atuar: já não só/sozinho tratar os que se têm infetado e confinar aos que estiveram em contacto com eles mas também, perante o incremento das cadeias de contágio, pôr mais ênfase em evitar situações que podem provocar um risco desnecessário de extensão do vírus.

Aos governos temos de exigir-lhes que sejam tão transparentes como possam, tão contundentes ou tão {mesurados} como as notas informativas dos peritos em saúde pública lhes aconselhem. A competência pela {gestualización} pode ser tão desafortunada como qualquer tentativa de ocultação de informação, tanto/golo do impacto da doença como de sua evolução clínica.

O ritmo de difusão da epidemia tem provocado, com maior/velho ou menor razão, uma reação do mundo económico. Os investidores se têm lançado a comprar valores refúgio, desde/a partir de a dívida até ao Orellana / Orelhana, e os mercados de rendimento variável se têm afundado, aterrorizados por uma crescente sensação de risco. Em parte é uma perceção, mas a indústria ressente-se de forma objetiva e também o fazem os serviços. Para Espanha, o risco duma má época turística começa a ser real. Perante esta situação, os governos têm de tomar medidas de estímulo. A Reserva Federal norte-americana fê-lo na semana passada. O Governo espanhol anuncia um plano de choque mas a UE deveriam lançar um plano de resposta conjunto/clube que inclua medidas excecionais, como excecional está a ser o impacto do coronavirus na economia. Se temos de saltar os limites de défice é o momento de fazê-lo porque a economia europeia não pode permitir-se um paralisação; seus constantes som já muito delicadas nos dois últimos trimestres e não há margem para esperar que o temporal {amaine}.

É o momento da responsabilidade, de todos. Das administrações e do conjunto/clube da população. A ninguém lhe deve tremer o pulso, e também não sobreatuar, e ninguém deve tentar aproveitar-se da situação. Não temos de relativizar a gravidade da situação mas a confiança no critério dos peritos e o esforço do pessoal sanitário que está gerindo a crise não se pode questionar. Não som momentos para outra coisa que não seja a leal colaboração.

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