Menú

El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de septembro de 2017

A Ramón López Luengo

José María Gil Luengo
03/09/2017

 

Me hubiera gustado darle otra oportunidad a la vida para aprovechar cada minuto, olhar as coisas e realmente vê-las e viver-les e nunca voltar atrás, deixar de preocupar-me pelas coisas pequenas e começar a preocupar-me pelas coisas belas que sim importam. Não preocupar-me sobre/em relação a a quem não lhe agrado, quem tem mais ou quem faz que. Em lugar disso, entesourar as relações que tenho com aqueles que verdadeiramente me querem.

Deixámos passar a vida pensando e lutando em e pelo menos importante e quando nos damos conta que a necessitamos, esta já não está. Não há tempo de dizer um te quero, de dizer um o sinto ou um {perdóname}. Nos temos ficado sem tempo de {abrazar} e de oferecer-lhe um sorriso a esse ser ao que sempre nos tivesse gostado {sonreirle} e {abrazarle}. Neste mês, este caminho, que não vai em absoluto até onde quero nem até onde não quero, um caminho que não está em nós. Graças Deus meu por ter-me concedido tocar a alegria.

¿Em que iam a terminar estes dias? E no entanto, ¡com que paz partiam! Uma só apreensão: sua presença. ¿Como adaptar-me a ela? ¿Como acostumar-me a este rosto que não tenho podido ainda acomodar às tempestades deste mês de Julho? Minha palavra treme como uma gota no fim de minha voz.

Apenas adverti uma agitação sem violência, quando sinto minha mão levantada por seus dois mãos; por toda resposta, minha mulher, María, a levou a seus lábios e a tem beijado {largamente}. Ver o que se tem em frente de nós e em nós mesmos exige um esforço constante. Eu, Ramón, quero que perdões meu atrevimento de manifestar teus pensamentos em teus últimos momentos, nunca {morirás} em mim, sempre {estarás} nessa ferida invisível que perdurará. E por se me {quedo} sem tempo, agora te digo: Te quero Ramón.

CUSTODIA DOS FILHOS

Pacto contra a violência machista

Rubén Castro

Barcelona

La Organización de las Naciones {Unidas} a través de {Cedaw} (convenção à que Espanha está aderida e cujos acordos, portanto, está obrigada a cumprir e que tem como finalidade eliminar todas as formas de discriminação contra a mulher, obrigando aos estados a reformar as leis com tal fim e discutir sobre/em relação a a discriminação no mundo) já criticou no 2015 que no nosso país tivesse decisões judiciais nas que se retirava a custodia do menino à mãe e se concedia a um pai acusado/arguido de exercer violência. Como exemplo, contabilizaram até 20 meninos assassinados por os seus pais entre os anos 2008 e 2014 no exercício de seus direitos de visita.

Hoje, decisões judiciais duras e difíceis de partilhar –como as tomadas no caso de Juana Rivas– nos recordam porque é que fazia falta que se alcançasse um pacto de Estado contra a violência machista, e porque é que deve aplicar-se tão cedo quanto possível.

{Recordemos} que este acordo já prevê que se proíbam as visitas e custódias com o pai torturador em casos de violência machista, para o que é necessário modificar a legislação. E implantar formação obrigatória e especializada em género a todos os e as profissionais da Administração de justiça, e as Forças e Corpos de Segurança do Estado.

Tudo isso, por não falar de medidas para a prevenção que levam paralisadas desde o 2012, como Educação para a Cidadania, que deveria reimplantar-se. Estas atuações as {encontramos} entre as 213 medidas aprovadas no Pacto de Estado, com um orçamento anual de 200 milhões de euros e que, de não aplicar-se de forma urgentíssima, se converterão de novo em papel molhado.

As notícias mais...