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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

Questão de proximidade

David Sepau
02/09/2017

 

O terrorismo não tem um só/sozinho origem, mas é o resultado de um sem-fim de conflitos e interesses. Por isso seria uma estupidez da minha parte sugerir que um problema como o terrorismo jihadista, de escala global, tem uma só solução. O que proponho é que se levem a cabo uma série de mudanças de atitude que estão a nosso alcance e que se calhar possam reverter, embora seja de forma ligeira, a atual situação de medo e instabilidade. Para começar, tenho a sensação de que {tendemos} a confundir certas verdades com demagogia, como é o caso da relação entre Espanha e {Arabia} Saudita, país aliado da corrente extremista islâmica conhecida como {wahabismo} e ao que nossas empresas vendem armamento. ¿Que os últimos atentados se perpetraram com armas {low} {cost}? Certo, mas a realidade é que, embora seja de ricochete, somos fornecedores do {yihadismo}, que não só/sozinho mata na Europa, mas em todo o mundo. Os residentes em Ocidente que se unem a {yihadismo} costumam ser indivíduos submetidos a uma forte pressão pelo ambiente no qual vivem, incitados pelo imã extremista de revezo, empurrados ao ódio por ter recebido {menosprecio} e rejeição. Temos de analisar friamente que lhes levou a cometer essas {atrocidades}, compreender o contexto dos factos/feitos. Isso poderia ser um bom início para mudar as {tornas}. Uma mudança de atitude é fundamental, e mais em nós, que temos a capacidade de levá-lo a cabo.

ECONOMIA

E {dale} com a dívida pública

Ángel Morillo Triviño

Castuera

{Más} de un lector me llamará {machacón}, e tem muita razão. {Discúlpenme}, mas é que isto da dívida pública não para de aumentar (já vai acima do ¡{billón}! de euros) e não é outra coisa que uma {martingala} dos Governos para seguir/continuar enchendo as alforges dos bancos, e quem sabe se ao passo também as suas. Me explico ({corríjanme} os economistas se {yerro}): Com o dinheiro de todos, criámos o Banco Central Europeu (BCE) que presta ao resto de Bancos dos diferentes países da União Europeia ({desconozco} se também presta aos bancos dos países que não pertencem à UE, mas é igual) dinheiro ao ¡0%! de interesse/juro ou abaixo para que adquiram dívida pública a 1%, 3%, 5%, 10%, ou mesmo acima segundo de quem se trate; o que significa, dito clara e concisamente, que com nosso próprio dinheiro nos financiam o necessário para poder/conseguir cobrir nossas necessidades sociais, sanitárias, educativas e outras ({léase} esbanjamento, por exemplo). E aos espanhóis, até para poder/conseguir pagar as pensões, por culpa de que se nos «evaporam» ao ano mais de ¡200.000! milhões de euros entre «apitos e zaragatas».

A ninguém se lhe escapa que a banca, duma maneira ou outra, acumula o 99,7% da dívida pública; daí que, por exemplo, Grécia siga/continue na União Europeia apesar dos pesares, pois se se sai do euro e começa a fazer desvalorizações teria que ter socorrido não somente aos bancos espanhóis -que também- mas a todos os em média Europa (alemães e franceses sobretudo) e, como é lógico, tivesse sido uma «trovoada» pior que esse ciclone {Harvey} de EUA que tem arrasado {Texas} e ainda não se ficou conforme. Resumindo: dá igual que seja a educação, a saúde ou os serviços sociais aqueles que paguem o pato desta mesquinha política neoliberal que se aplica na União Europeia (sem excluir Espanha, naturalmente), o caso é «guarecer-se» e depois já virá a beneficência se faz falta; como, por certo, em parte já está a acontecer com mais de um milhão de lares do nosso país. Isto é, com mais de ¡três milhões! de espanhóis aos que somente falta a «caderneta de {racionamiento}», que já veremos se não chega aos multiplas refeitórios sociais existentes. Sem esquecer isso que se chama «dinheiro {fiduciario}» (do qual noutra ocasião direi algo), ninguém deve deixar no tinteiro o que disse um dos melhores Presidentes que têm tido os americanos, Thomas Jefferson: «Gastar dinheiro para que seja pago pela posteridade baixo/sob/debaixo de o nome de Dívida não é mais que uma burla a grande escala às futuras gerações».

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