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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

O problema do inglês na escola


07/01/2018

 

Os dados sobre/em relação a a aprendizagem do inglês não são especialmente otimistas. O {English} {Proficiency} {Index}, elaborado pela organização {Education} {First}, é um barómetro de prestígio e situa a Espanha na cauda de Europa (e a nossa região à cauda do país), acima só/sozinho de França e Itália. Há muitos fatores que incidem neste mau posicionamento. Um deles é possível que seja o facto/feito de contar com línguas poderosas quanto à magnitude de falantes e tradição linguística. Outros, naturalmente, no caso espanhol, são a herança franquista do dobragem de filmes e a pouca predisposição da sociedade, durante muitos anos, a aceder ao domínio duma língua estrangeira. Na escola, o panorama não só/sozinho é desolador quanto ao conhecimento mas afeta à equidade educativa e eterniza as diferenças entre os alunos, uma vala que cada dia é mais notável. Só/sozinho aqueles que têm a possibilidade de alargar seus estudos fuera do recinto escolar estão em condições de aceder a uma língua que será capital para seu futuro. Levam-se a cabo iniciativas louváveis, como o projeto de dar matérias não linguísticas em inglês, ou como o aparecimento de novas gerações de professores em disposição de incorporá-lo na educação, mas o certo é que ainda estamos em {pañales}. Convem reverter as cifras a base duma política efetiva, duradoura, constante e fundamentada, que vá mais além do mínimo conhecimento elementar que hoje se oferece.

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