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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 15 de novembro de 2018

Presente incerto

CARMEN Martínez- Fortún
06/06/2018

 

Não se sabem os motivos pelos que vai-se Zidane em plena glória. Rajoy em plena desastre se tem ido por razões óbvias, acabando ao fim com sua agonia:

--Me vou porque acredito/acho que é o melhor para mim.

E {discúlpenme} se lhe {enmiendo} e ponho eu aí o fim da cita/marcação/encontro.

Talvez nesta semana tão dura, seja a decisão mais liberadora que tem tomado o ex-presidente, que um sexta-feira aprovava os orçamentos e se assegurava o fim da legislatura e anteontem segunda-feira já dormia fuera da Moncloa após um traumatizado evacuação, que tão repentino como o de {Cifuentes}, ---{memento} {mori}-- impressiona mesmo aos que sem ser seus partidários não lhe desejam nenhum mau. Outra coisa será os rancorosos e revanchistas que estarão que não cabem em si, embora tenham o bom gosto de não ser Porta-moedas.

E depois terá bem-intencionados que, apesar do {gozo} de saber-se vencedores sem eleições, sentirão vertigem diante da tarefa que se lhes {avecina}, com 84 deputados, a minoria na mesa do Congresso e no Senado e as {zarpas} ameaçantes de seus estranhos companheiros de viagem que não sócios, desde {Torra} exigindo diálogo já, a Podemos exigindo ministérios cedo.

Eu não sei se o poder/conseguir repentino ao que tem acedido Sánchez por uma mistura de {carambola}, ousadia, astúcia, oportunismo, estado constante de alerta e aconselhamiento colossal lhe ficará grande, nem se sua fraqueza real, no fim poderá com ele. Também não sei se o PP, em lugar de reorganizar-se, regenerar-se e pacificar-se preferirá uma oposição/concurso público obstrucionista ou atuará olhando pelo bem de Espanha. O modo bruto e escuro em que foi desalojado lhe convida à vingança, mas o sentido de estado lhe deveria levar a uma oposição/concurso público leal. Pelo menos para não cair no que {afea} ao adversário.

Por enquanto, gostaria ouvir a populares e cidadãos felicitar-se pelo nomeação de {Borrell}, e que seu desejo oculto não fora que o novo governo se engane só/sozinho para dar-lhes a razão. Pois vai ser estranho, muito estranho contemplar ao PP emendar seus orçamentos, mas também ver ao PSOE defender aquilo que lhe parecia inadmissível.

* Professora

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