Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 19 de outubro de 2018

O PP prepara uma oposição/concurso público feroz


04/06/2018

 

À espera da composição do novo Governo presidido por Pedro Sánchez, os partidos perdedores da moção de censura, o PP em primeiro lugar mas também Ciudadanos, se preparam para encabeçar uma feroz oposição/concurso público ao Executivo socialista. No PP, Mariano Rajoy expressou seu desejo de converter-se em chefe da oposição/concurso público, pelo menos por enquanto, mas se enganaria o ex-presidente se não se desse conta de que seu tempo passou e se {resistiera} a dar o passo ao lado imprescindível para regenerar o jogo/partido.

Se finalmente decide afastar-se, Rajoy quererá fazê-lo tutelando sua sucessão à frente do PP e controlando um processo que não estará isento de lutas internas. É público e notório o confronto que mantêm Soraya Sáenz de Santamaría e María Dolores de Cospedal, que agora além disso perderá o Ministério da Defesa e recuperará tudo o poder/conseguir no jogo/partido, que tinha delegado em parte no vicesecretário Fernando Martínez-Maíllo. Santamaría pode voltar à direção do grupo parlamentar ou ser candidata à Comunidade de Madrid ou à Câmara Municipal da capital, enquanto {Cospedal} pode optar também à presidência de Castela-A Mancha. Tudo dependerá, como sempre no PP, da decisão do presidente, isto é, de Rajoy. Mas essa pugna entre as duas mulheres mais poderosas do PP pode beneficiar a um terceiro e neste caso toda a gente mira a Galiza e a seu presidente, Alberto Núñez-Feijóo, um candidato ao que avalizam a maioria absoluta com que ganhou as eleições autonómicas e uma imagem de modernidade na gestão da Xunta que, não obstante, deve confirmar. Em qualquer caso, o PP e Ciudadanos farão uma oposição/concurso público implacável ao Governo de Pedro Sánchez e para isso utilizarão seus controlo na Mesa do Congresso e a maioria absoluta do PP no Senado. Um primeiro indício desta oposição/concurso público sem complexos são as declarações da vicesecretária {Andrea} {Levy} nas que sugeria que o PP apresentará no Senado emendas a seus próprios orçamentos, certamente para derrubar os 540 milhões de investimentos em Euskadi que o PNV conseguiu para aprovar as contas, embora logo apoiou a moção de censura. O argumento de {Levy} recupera os velhos slogans do jogo/partido: terá emendas porque estão preocupados por «o futuro de Espanha». Se vê que enquanto o PNV votava com o PP, o futuro de Espanha não {peligraba} e agora sim, simplesmente porque os {peneuvistas} mudaram de bando.

As notícias mais...