Menú

El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 16 de janeiro de 2018

A paz, essa obra de arte

Francisca Ruano
10/01/2018

 

Disse {Vostell}, o alemão criador do museu de Malpartida de Cáceres, que por amor a uma mulher extremenha ficou aqui e descobriu a beleza natural de Os {Barruecos} e dotou a Malpartida de Cáceres, a finais do século passado, de um paragem de criatividade inacabada que ‘a paz é a maior obra de arte’.

Desde antes das épocas romanas, a guerra é um hábito que faz ao monge disparar com o que tenha mais a mão ao que tenha em frente... mas um concerto de música, um livro, uma pintura de um quadro, uma viagem, a afago, a investigação, a boa educação, a inteligência emotiva, a diversidade dos países, o sentimento, a liberdade, os direitos humanos... são os cantos do paisagem humano que pacificamente se percorrem sem arames farpado. Com harmonias.

BESTAS INUMANAS

Abusos a menores

Emilio Puig Parcerisa

Badajoz

{Abusos} sexuales a menores, repugnante praga tão estendida que têm saltado as alarmes de todo o mundo, ao que parece, só/sozinho é a ponta visível de um imenso {iceberg}, e o agrava, que seus protagonistas são servos dalguma das muitas religiões que existem, aproveitando esta circunstância para envolver-se com o manto divino da que pertencem, o usam como jóquer, facilita o aproximação e assegura a submissão da vítima escolhida para satisfazer seus libidinosos desejos.

Ignoro se esta aberração de humanos com o cérebro {atrofiado} vem de muito antigo, mas dou fé, que no ano 1940 do século passado já existia. Um servidor o descobriu aos 9 anos recém terminada a guerra civil, o primeiro sacerdócio que se fez cargo da igreja queimada e abandonada durante a contenda, me escolheu para seus jogos.

As consequências destes atos começaram com os primeiros passos de adulto, senti, e ainda dura, uma espécie de calafrio ao reviver a respiração {entrecortada} do {mosén} em meu cachaço, que me incitou a valorizar o sucedido e sua gravidade.

Terminei com os padres, o que representam, o que me tinham inculcado e com o bom deus que sussurrava em meu ouvido enquanto me abraçava.

Mais tarde o mesmo me absolvia do que tinha acontecido.

Estes bestas inumanos não têm perdão, profanam e calcam o mais puro e bonito, a inocência de um menino, torcem ou esbatem o caminho a seguir/continuar pelo caos que está submetido seu tenro cérebro, ao ouvir o mesmo cura nas classes de {catecismo} e depois o que lhe passa na sacristia.

A única solução válida para erradicar esta epidemia cancerosa: {castración}.

IMPOSTOS

Espanha é católica

José María Grandas

Madrid

Por supuesto, contra o que pretendeu já {Azaña}, Espanha em 2018 é ainda católica, como, e com mais mérito ainda por ir contra sua atual Constituição {aconfesional}, seguem/continuam sendolo sua bandeira e coroa, {rematadas} por uma cruz, seu {sostenimiento} por todos, com o truque da {crucecita} que um terço põe no imposto «religioso», que o é somente porque devemos pagá-lo religiosamente todos; como o são a maioria das festas, etc..

Dado que esse imposto religioso sustenta a rádio Cope, todos somos responsáveis dos inumeráveis mensagens de ódio com os que essa cadeia ultra católica envenena a convivência e divide aos espanhóis; como agora ao chamar, entre outras {lindezas}, «{maricones} de merda» a aqueles que, com outra orientação sexual, desfilavam numa {cabalgata} de Reis de {Vallecas}, flatulencia ainda pago por todos de modo ilegal, contra nossa Constituição. Os católicos devessem ter sido os primeiros em denunciar e manifestar-se massivamente contra esta identificação Estado-Igreja, que ainda nos fica dos muçulmanos.

As notícias mais...