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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Parar aos imorais

José Alcaraz González
09/03/2020

 

{Ami} juízo a moral esta constituída por umas normas e valores que representa o modelo de conduta que devemos seguir/continuar os seres humanos em sua vida social. Há pessoas que exercitam a manipuladora habilidade de mudar o sentido das coisas, de {trastocar} seu sentido inicial, de fazer complicado o fácil e simples. Nesta atmosfera de tanta imoralidade nalguns sujeitos e políticos e não quisesse ser {hiriente}, também alguns meios de comunicação, ou tertúlias que acabam criando um clima de cansaço, desorientação e desesperança de muitas pessoas {sufridora} do povo/vila plano. Temos de agradecer também a alguns meios de comunicação sua valentia em publicitar muitas coisas, que de não ser denunciados por eles tivessem ficado ocultos sem inteirar-se os que mas {corremos} o risco de pagar os {tiestos} quebrados. Os {trapas}, indecentes, imorais que carecem de valores, não só/sozinho danificam sua integridade moral, se não que também danificam às demais, graças a seu falta de valores, educação e respeito. Devemos de parar-los se não vamos contra corrente e em poucos anos seria difícil de aguentar.

hospital de {badajoz}

Sofrimento, dor e morte

Jesús Caldito Grajera

Badajoz

{En} mi última estancia en el {Hospital} {Universitario} de Badajoz, acredito/acho que por meu estado de ansiedade, de sofrimento e dor, também me senti triste pela morte de um paciente de 70 anos. Reconheço o grau/curso universitário profissional da médica Dona {Lourdes} {Gómez} Caseiro; também o carinho com o que me trataram as enfermeiras, especialmente {Leticia}, exaluna de marcenaria da Escola de Artes e Ofício {Adelardo} {Covarsí} de Badajoz. {Valoro} a nossa saúde, a melhor de Europa; o sofrimento que {sufrí} no hospital tem a ver com o estado depressivo e meu falta de ânimo.

EM OLIVENÇA

Juan Bazaga, premiado

Ángel Luis Lorenzo Francisco

Cáceres

Trabaja muito e sorri com a boca descontraída quando te o {encuentras} pelas ruas cacerenhas, sem pressa para voltar-se sério. Seu amor pelos touros e o flamenco lhe galopa por dentro (já Alberti falava sobre/em relação a a semelança de ambas artes: «música muda, secreto e interior do toureio»), partilhando espaço com a paixão de ser pai dos seus dois filhos. É ele a voz taurina duma {cuidad}, de um arena e duma hobby/adeptos: a extremenha. Trata-se de Juan Bazaga, e por aí me {enganchó} o {pitón} da amizade. Esse jovem que debutasse com cavalos em 1993, após {aquilatar} todas essas emoções passadas, com o tempo chegou a ser jornalista taurino, diretor, apresentador do programa Terra de Touros da Extremadura TV e novilheiro na altura própria. Som algum dos lugares que {amueblan} seu curriculum. Junto ao recente, primeiro prémio de jornalismo Fernando Masedo, que outorga a Câmara Municipal de Olivença em seu 30 aniversário. 30 anos do «milagre» {oliventino}. É curioso o que usam a palavra respeito os toureiros, quase todos se fariam matar por essas sete letras. Palavra que esta feira se tem ganho e que nosso premiado tem comentado hora após hora e dia após dia. Apesar de tudo, Juan Bazaga mantém esse perfume de simplicidade, que sanciona qualquer indulto de grandeza, fazendo que ele mesmo se comova ao receber/acolher o prémio junto a todo o seu plantel/elenco. É seu grande pesca de autenticidade. Cheiro a começo da época. Seu amigo {Ferrera} indulta a ‘{Atajante}’. Jaleos e {quejíos} ecoam pela rua, respirando herança portuguesa. Estão todos os adeptos, e aquilo era Olivença.

FALTA DE PODA

Árvores em Cáceres

Luis Iglesias

Cáceres

No nos fez caso Elena Nevado aos vizinhos/moradores da rua Ilha de {Córcega} e Luis Salaya vai pelo mesmo caminho. Nem se podam os árvores da rua pedonal, para que os vizinhos/moradores se aborreçam e sigam/continuem com suas alergias; nem se derrubam para permitir que, caso de incêndio, possa entrar o camião de bombeiros. Os árvores, embora não votam, som o primeiro para os regedores municipais; os votantes, que se aguentem, não vá a ser que os amigos dos árvores se {enfaden} e para que queremos mais. ¿E o dia que aconteça uma desgraça a quem {culpamos}, senhor presidente da Câmara Municipal?

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