Menú

El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

Palácio de {Sotofermoso}

María Francisca Ruano
13/09/2017

 

Después do {exceletne} reportagem de o Jornal Extremadura sobre/em relação a Abadía e seu {palaciego} prédio do século XVI ({Sotofermoso}), agora em mãos privadas, cuja lenda está bem repleta de nomes reais, nobres, literatos, somente fica ir voando a vê-lo.

Não há {cartelería} na estrada, indicação especial --como acontece em Granadilla, a um passo-- por exemplo. Está fechado, vetusto, deteriorado, {amarilleándo} ao sol do entardecer, diante do vale/cerque de Ambroz, com um {perrazo} solto. A entrada principal {semejaba} uma antiga beleza e delícia com seu escudo ou coroa em cima e umas folhas verdes, ¿{parras}? Dois carros estacionados, um caminho {pedregoso} para aproximar-se de tudo isso que é muito isso para continuar dessa maneira.

No próxima pensão O guia do abade, seus {amabilísimos} proprietários explicam detalhadamente e com grandes fotografias, seu conteúdo interior, a história da história.

Foi bonita essa história. Aconteceu aqui.

Sugeriria pôr-se alguma vez mãos à obra para devolver-lhe algo de o que aquelas pedras tiveram que ver, ouvir e sentir, para {contárnoslo}.

AS {MINORIAS}

Vida extraterrestre

Carlos Barrantes

Cáceres

¡Que não venham de {Marte}! ¿Porque é que um jovem de quinze anos como eu não quer nem pensar no momento que uma sociedade extraterrestre contacte connosco? Simplesmente, por nossa desmesurada reação.

Desde pequeno sempre me tem interessado tudo o relacionado com o espaço exterior, mas a possibilidade de encontrar vida fora de nosso planeta foi o tema que mais me marcou quando ouvi falar pela primeira vez de isso.

Acredito/acho que é impossível que estejamos sós num universo tão grande e fascinante, mas atualmente a possibilidade de que isto se confirme algum dia me provoca um profunda rejeição.

Dia-a-dia vejo como os humanos {intentamos} destruir-nos entre nós pelo mero facto/feito de ser diferentes. {Luchamos} por ser proprietários do nosso país, região ou cidade sem importar-nos pisar ou atropelar a quem seja para consegui-lo. A história nos mostra a perseguição de diferentes minorias ao longo/comprido do tempo, tal como a nova civilização nos exporá a novas manifestações «proterra» criando'ns medo antes nem sequer de saber que é o querem.

¿Verdadeiramente estamos preparados para contactar com alguém que não procede da terra?

Me subida imaginá-lo quando ainda não somos capazes nem sequer de manter a paz entre nós.

{ORIOL} {JUNQUERAS}

O objetivo de Ana Pastor

Juan Afán Muñoz

Jaén

{Bochornoso} mitin el protagonizado por {Oriol} {Junqueras} consentido por parte de Ana Pastor en la entrevista del domingo y con espectadores elegidos al azar también preguntando al invitado.

Seu pactuado objetivo era: a tua pergunta o que {quieras} que eu te {respondo} com um comício de meu direito internacional e engordando meu curriculum desde meu passo pelos arquivos secretismos do Vaticano a dar lições em Japão, tudo naturalmente com pele de cordeiro. Melhor tivesse sido que a entrevista a tivesse realizado Ana Pastorcilla do admirado José Mota, não tivesse consentido os outeiros de {Úbeda}.

Me {pregunto} qual é o objetivo da Sexta enquanto se {cuece} ao rubro e trata com diferente {rasero} para criticar a segundo quem seja o personagem, demasiado sectarismo para jornalistas que se {jactan} de profissionais e se aproveitam da democracia para vender-nos ditaduras de paraísos artificiais.

{Junqueras} se ofereceu insistentemente no fim do programa para voltar a semana seguinte a seguir/continuar dando lições e seguir/continuar dando a imagem de frade {bonachón} sobre/em relação a leito de gatos na barriga.

As notícias mais...