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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

Ofereçam, mas com o coração

Andrés Arbó
03/01/2018

 

Cada vez mais, nossos meninos e meninas, homens e mulheres se voltam dependentes dos objetos, consumistas e, sobretudo, vulneráveis à frustração. É triste ver como muitos deles o dia que recebem seus presentes se sentem desiludidos porque não têm obtido o que tinham pedido. Mas isso não é tudo, o problema vai mais além, porque estes jovens põem todas suas ilusões e felicidade em objetos e quando vêem que não os têm obtido, sentem que têm fracassado. ¿É este o sentimento que queremos potenciar em nossa sociedade? Estas datas são um bom momento para oferecer coisas não materiais, mas somos os adultos os que acreditamos que um presente não material não iludirá a nossos filhos. ¿Não é melhor uma merenda com os amigos, onde poderemos conversar, jogar com antigos jogos de mesa ou partilhar um bom chocolate quente vendo um filme e rir juntos? Também quisesse mencionar a saturação de presentes que têm os meninos. ¿Quantos presentes podem receber/acolher nestas festas? Este facto/feito produz que no fim só/sozinho valorizem um ou dois dos objetos oferecidos e, com o tempo, isto implicará a valorizar só/sozinho uma ínfima parte do que têm. Portanto, como não estão conscientes de tudo o que têm, quando percam algo podem chegar a ter depressão por sentir que não têm nada. ¿Não é melhor oferecer pouco/bocado mas que seja significativo? Façam destas festas uns dias cheios de felicidade e não de falsidade; ofereçam amizade e não vacuidade; ofereçam muito, mas ofereçam com o coração.

TECNOLOGIA

Nos estão {idiotizando}

Sofía Rivero

Cáceres

Aparte de {facilitarnos} muchas cosas, a tecnologia é um problema. Nos acompanha as 24 horas, já seja para ouvir música, falar ao telefone ou para procurar algo na internet. Nos está {idiotizando}. Pequenos {placeres} como a leitura ou a escritura são substituídos por estas novas máquinas que nos invadem. Há aplicações que escrevem o ditado, portanto, já não é necessário fixar-se na ortografia nem na gramática, como também não {recordar} datas, nomes, o significado dalgumas palavras, saber orientar-se com a ajuda de um mapa ou saber fazer operações matemáticas. E assim é como aos poucos controlam nossas vidas.

Acosso nas redes

Rocío Quintanilla

Badajoz

Las redes sociales tienen un gran impacto en el factor humano, sobretudo nos adolescentes, fazendo que estes ignorem o perigosas que são. Facebook, {Instagram}, {Snapchat}, {WhatsApp} e Twitter são exemplos da quantidade/quantia de opções que temos para dar a conhecer-nos de maneira imediata e não nos damos conta de que não tudo é tão bonito como parece. Quantidade/quantia de indivíduos têm saído feridos pelo chamado ciberacosso, um fenómeno que usa a comunicação eletrónica para abusar de alguém. Muitos outros são afetados pelo {phishing}, a perda de produtividade e privacidade e outros fatores que condicionam a vida.

SUPERHERÓIS

Quebrar estereótipos

{Irene} {Font}

Navalmoral

No mundo dos superheróis há muito poucas mulheres. De facto, a último filme de Universo DC só/sozinho mostra uma, mas ensina mais carne que todos os superheróis homens juntos. A {Wonder} {Woman} de hoje vai com um vestido que apenas lhe tampa/petisco as partes íntimas, enquanto os superheróis vão tapados de pés a cabeça. O cinema deve criar e reforçar a cultura, por isso também intensifica os estereótipos e joga um {rol} essencial na educação. O cor-de-rosa para as {féminas} e o azul para homens é uma ideia tão pouco/bocado justificável como o vestido sexy de {Wonder} {Woman}. {Desdibujemos} estes estereótipos.

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