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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

{Netflix} dá o grande salto ao cinema


07/01/2019

 

Após conseguir posicionar-se como a grande plataforma de emissão de séries on line, de produção própria e também alheia, {Netflix} pretende converter o 2019 no ano em que dará o salto às filmes tradicionais, pondo em xeque o sistema tradicional de exibição. A plataforma planeia oferecer umas 55 filmes originalíssimos ao ano, uma {cirfra} que chega às 90 se se somam os títulos das divisões de animação e documentário. Uma enorme produção desde um ponto de vista quantitativo, três vezes mais do que costuma estrear um grande estudo de Hollywood. Além disso, entre o catálogo para neste ano há grandes nomes: {Martin} {Scorsese} (The {Irishman}), {Steven} {Soderbergh} ({High} {Flying} {Bird}), Isabel Coixet (Elisa e {Marcela}), {Jake} {Gyllenhaal} ({Velvet} {Buzzsaw}), {Jennifer} {Aniston} (The {Last} {Thing} Tenho {Wanted})… Este Natal já temos visto um traço da estratégia da plataforma. Roma, de Alfonso Cuarón, sem dúvida uma dos filmes do ano por sua grande qualidade, foi estreada em sala de forma limitada para que possa aspirar aos prémios, mas sua exibição é sobretudo através da plataforma. Obviamente, esta nova forma de produzir e, sobretudo, de exibir cinema é recebida com receio por parte dos {exhibidores} habituais. Mas opor-se a isso é um exercício {fútil}, já que equivale a lutar contra as tendências do consumidor. Os sectores mais tradicionais do cinema devem encontrar a forma de trabalhamos/trabalhámos com estas novas formas de estrear. Ao fim e ao cabo, ver cinema incita a ver mais cinema, dá igual em que ecrã.

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