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Nenhum homem é uma ilha inteira por sim mesmo

 

LARA Garlito
22/05/2020

Asa crise de 2008 a denominava faz poucas semanas o historiador {Adam} {Tooze} «o maior/velho gato por livre de a história na qual milhões de pessoas sofreram sem motivo», ao que a mim gostaria acrescentar/adicionar a crise que provocou um estado social em ruínas produto de um {austericidio} capaz de afogar às partes mais débeis da sociedade e que cujo fim levou à política desacreditada dando asas e {pábulo} aos populismos de diversa índole.

Foi como consequência dessa crise, por decidir a saída da maneira mais cruel e injusta, onde os projetos coletivos se {tambalearon}, vimos, por exemplo, a uma União Europeia como a grande {madrastra} por praticar o que nessa altura alguns decidiram que fora a única solução e como era evidente, a cidadania a sentiu como devastadora, além disso, com ela perdeu todo o seu sentido o motivo pelos que os versos de J. {Donne} «nenhum homem é uma ilha inteira por sim mesmo/ cada homem é uma peça do continente/ uma parte completamente» inspiraram ao projeto europeu.

Se esta vez queremos que funcione a política, a sólida, a que cria/acredite e mantém projetos comuns, ainda mais nesta pandemia na qual todos {sufrimos} por igual e onde recebe tudo o sentido isso de «a morte de qualquer me afeta porque me encontro unido à humanidade» que diz o poema indicado, e onde o exemplo da cidadania em seu comportamento nos marca a pauta, devemos fazer que seja a unidade, a que venha acompanhada de cooperação entre regiões, entre nações se lhes ampara um projeto comum indicar que seja a única opção possível, de não ser assim, não só/sozinho perderá a política novamente em benefício de aqueles que, certamente, não a necessitam, e perderá a União Europeia e todos os projetos que como ela representa; é tão fácil como essa frase de andar por casa: se não se está nas más de que valem essas relações.

França e Alemanha, {nexos} e essência da criação do que {amamos} da verdadeira Europa e de sua construção, esta vez querem que seja outra a pauta, outro modelo para sair da crise, doutra maneira não se entenderia a proposta desta segunda-feira com a posta em marcha de um fundo de reconstrução de 500.000 milhões de euros destinado às regiões e os sectores mais golpeados pela {covid}-19 na Europa, baixo/sob/debaixo de o objetivo de «sair reforçados da pandemia».

Nesta semana também conhecíamos que a Junta de Extremadura destinará 4 milhões de euros para projetos de ação humanitária e cooperação, através da Agência Extremenha de Cooperação, o fazia baixo/sob/debaixo de o objetivo «desta crise se sai cooperando», não posso estar mais de acordo, desta crise se sai com solidariedade e com cooperação, assim e só/sozinho assim o faremos, além disso, reforçados.

*Filóloga e deputada do PSOE.