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Não necessitamos tanto/golo: um passeio é algo muito gratificante

 

José Luis Infante
15/05/2020

Habitualmente, caminhar é algo simplesmente funcional. Mas, hoy, sair a passear é um bem prezado. Representa a recuperação paulatina das liberdades perdidas pelas circunstâncias atuais de confinamento. Este ato simbólico e simples de andar ligeiros por espaços livres também é um lembrete da importância duma vida simples em bens materiais. Não necessitamos tanto/golo em nossas mochilas. Neste processo lento de reconstrução social e económica devemos pensar como queremos retomar nossa vida individual e comunitária. Se calhar deveríamos recuperar parte do ideário do pioneiro do ambientalismo {Henry} David Thoreau (1817-1862), {agrimensor}, {naturalista}, escritor, filósofo e fabricante de lápis. Autor de Desobediência civil e {Walden}, escreveu «para essa maioria de homens e mulheres que está descontente com sua vida e com os tempos que lhes tem tocado viver, mas que poderiam melhorá-los, e também para aqueles em aparência ricos mas que na verdade têm acumulado coisas inúteis e não sabem muito bem que fazer com elas». Simplificar nunca foi tarefa fácil e o {desapego} pelo material é um aprendizagem que pode durar toda a vida (mas, {pregúntenle} a um monge zen). Mas como disse {Lao} {Tsé}: «Uma viagem de mil millas começa com um passo».

VELOCIDADE EXAGERADA

Os camiões do quinto ponte/feriado de Badajoz

Luis Álvaro Mayoral González

Badajoz

Con los tiempos que corren, e como bom filho de vizinho/morador, desde há uns dias saio a andar-{trotar} para ir retomando um pouco/bocado a saúde depois de/após dois meses de inatividade.

Meu percurso/percorrido decorre pelo caminho que vai desde/a partir de o da feira até ao açude e desde/a partir de ali até a passarela sobre/em relação a o Guadiana, caminho público, se não me {equivoco}. ¿É adequado que todos os dias passe medo pela velocidade à que circulam os camiões da obra do quinto ponte/feriado? Pois me acontece.

Noutro dia, uma pedra, de não menos de 300 gramas me passou a menos de um metro depois de/após cruzar-me com um cidadão exemplar dos que conduzem estes camiões, quando em sua própria sinalização, a que a empresa tem disposta no caminho, se proíbe ir a mais de 20 {km}/h. Não peço tanto/golo, mas é que não vejo a nenhum que vá a menos de 50, e se o caminho se estreita um pouco/bocado durante uns metros, {búscate} a vida que te passo a meio metro, e sem descer a velocidade.

Noutro dia me {crucé} com um carro/automóvel da Guardia Civil em dito caminho e lhe {expresé} meu queixa em relação. Sim, sim, já o sabemos, me responderam, mas quando nos vêem se põem a velocidade normal/simples. Hoy me voltei a cruzar com outro carro/automóvel, e esta vez lhes tenho expressado minha zanga em maior/velho medida, indicando-lhes se tem que acontecer algo para que atuem. Sua resposta, depois de/após deixar-me muito claro que estava um pouco/bocado zangado (como vou a estar, apesar de ver que não me estão atendendo), foi um simples: denuncie você na Comando.

E me {pregunto}: se como indica a Guardia Civil têm conhecimento do assunto, porque pelo que se vê não é a primeira queixa que recebem, ¿porque é que não atuam?

E se me acontecem várias formas como um simples controlo de radar dos que habitualmente camuflam quando entendem que é oportuno (e cuidado que não me {meto} com esta prática, cada vela que aguente seu pau), ou uma simples chamada ou escrito/documento desde/a partir de a Comando (esse lugar distante no qual no fim ninguém termina denunciando e assim existem menos problemas), à direção da empresa expressando as queixas dos cidadãos e advertindo das possíveis medidas a tomar.

¿Tão difícil é tomar medidas preventivas que evitem problemas, prévias a qualquer denúncia, ou é que a única forma de solucionar os problemas cidadãos é denunciando? Se por acaso finalmente termina tendo algum ferido ou atropelado. ¿estará a consciência tranquila na Guardia Civil quando alguém diga, já se advertiu?