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Que não fechem acessos que {apuntillen} nossa economia

 

Julio Godoy
12/05/2020

Sou ótico e empresário em Cáceres. Minha atividade como a de muitos não parou apesar de suportar fortes perdas e responder particularmente com meus próprios recursos diante da catástrofe. Hoy que o comércio começa prudente, Cánovas permanece fechado ao acesso livre. Os peões não usam a calçada porque seguem/continuam circulando transporte e residentes e seria uma temeridade, porque não é necessário e porque além disso, felizmente, a maioria podemos trabalhar e todos estamos em nossos postos. É uma agonia para comerciantes que suportámos despesas sem público que não pode aceder de modo individual de maneira rápida e sem medo de pegar/apanhar o {trasporte} público. Me parece estupendo fora de horários, me parece estupendo faixas de rodagem individuais ou passeios {anchas} sem carros/automóveis estacionados..., mas por favor, que não fechem acessos que {apuntillen} nossa maltratada situação agora. Seguro há um intermédio. Não é hora de experimentos.

CRISE DO CORONAVIRUS

Desescalada ambiental

{Davinia} Romero

Badalona

Una das coisas positivas que nos trouxe esta pandemia é a regeneração do ecossistema em diferentes lugares. Existem diferentes exemplos maravilhosos de como a natureza voltou a recuperar seu lugar onde o ser humano, espécie destruidora e invasor, foi confinado. O plástico no mar, a caça indiscriminada, a poluição do ar... Um ataque indiscriminado à natureza em prol de um egoísmo desmesurado. Agora, deveríamos apresentar-nos qual será nossa relação com o meio ambiente quando {entremos} na «nova normalidade». O Governo deveria dar prioridade àqueles sectores capazes de propulsar a transição ecológica gerando emprego através deles e incluir a luta contra as alterações climáticas e a recuperação de biodiversidade nos planos de recuperação económica.

Sós face ao vírus

Juan Carlos {Zabalo}

Bilbao

La epidemia, que se estende por tudo o balão terráqueo, nos deixa sós face ao vírus maléfico. Estamos sós porque, apesar da ajuda que possam emprestar-nos os médicos e enfermeiros, que estão realizando um estreitamente extraordinário, nos coloca numa situação de angustia existencial, que nos faz conscientes, mais que nunca, da limitação do nosso ser, já que é difícil nesta situação não pensar na fragilidade humana, em nossa própria fragilidade.

As feridas do {covid}-19 {Jonathan} Guerreiro

{Vinaroz}

Medo, distanciamento social, distanciamento político, brechas familiares e um longo/comprido etc. som as feridas que nos deixa esta guerra. Fomos submetidos a um constante bombardeamento dos {cazas} dos meios de comunicação. La turma política nos fez construir trincheiras. Toda esta guerra nos deixará feridas e não só/sozinho físicas, mas emocionais, afetivas e ideológicas. E o pior é que não servirá de nada. Quando tudo volte à normalidade, os partidos políticos seguirão/continuarão olhando por eles e seu batalha cada quatro anos. E nós {cicatrizaremos} nossas feridas na pele e no alma causadas por fogo amigo.

Dois meses sem receber

Mario Sola

Tarrasa

Esto es surrealista. Todos os dias nos dizem que temos que fazer e que não. Mas eles fazem o que querem connosco. Já passava na idade média com os senhores e os {lacayos} e depois de/após 1544 anos não temos evoluído nada. Estou indignado. Levo trabalhando desde que tinha 15 anos. Nunca me tem faltando o estreitamente e tenho pago sempre meus impostos -como na idade média-, e agora me deixam sem nada. Me dizem que me vá a casa, que {cobraré} o {erte} e nada de nada. Seguro que eles se estivessem dois meses sem receber já o teriam solucionado.