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18/05/2020

CORONAVIRUS

53 entardeceres desde/a partir de a oitava do São Pedro

Celia Valiente Rocha

Sanitaria de la octava planta del hospital {San} Pedro de Alcántara

24 de marzo. No meio deste caos, cheio de incertezas, opiniões de peritos das redes sociais , notícias, {audios}, boatos, notícias e mais notícias ... soa o telefone. Gerência. Próximo destino, Oitava planta do Hospital San Pedro de Alcántara. {Covid} positivos.

{Comencé} meu aventura, como tantas outras, guardando meus tamancos e um par de {pijamas} em meu pequeno {petate}, esta vez, ocupado, na sua maioria , por uma grande doses de medo.

Durante esta etapa, recebemos os agradecimentos mais sinceros dos nossos pacientes ao alta, e de seus parentes nas chamadas e videochamadas. Nossos olhos têm refletido sorrisos cobertos pelas máscaras. Triunfos. Lágrimas no meio de perdas. Impotência. Soledad. Temos facilitado duelos impossíveis nesta circunstância. Nos temos convertido em suas famílias e as mãos que poder/conseguir apertar. Temos cantado e dançado celebrando a vida ao cumprir anos na unidade.

Hoy som as 22 horas, coxo pela última vez o elevador, levando o mesmo {petate}, mas esta vez carregado até transbordar. Carregado de entardeceres cinzentos, chuvosos e tormentosos, mas também azuis e de sol. Vos levo a vocês, meu plantel/elenco. Profissionais chegados de diferentes serviços, dispostos a oferecer vossa melhor versão aos demais, superando as mais altas das expectativas que me pudesse marcar.

Alguns temos sobrevivido a estes {dias} isolados das nossas famílias. Outros, {habéis} visto ir a aqueles que vos deram a vida, e, apesar de tudo, {habéis} multiplicado vossa força para seguir/continuar.

Demonstrado fica, que a humanidade não se mede em cortes nem {Epis} {reutilizados}. Oxalá algum dia todas as pessoas possam experimentar a satisfação que me oferece cada dia minha profissão. Enfermagem .

E finalizando, {decíos} companheiros/colegas, ( enfermeiros, {TCAES}, nossos {celadores}, pessoal de limpeza,..) que nos devemos uma celebração e , como diz Vetusta, ‘o aplauso mais longo/comprido do mundo’.

Até cedo.

A CRISE DO {COVID}-19 Viver sem poder/conseguir planificar

{Vanessa} {Abarientos}

Barcelona

El {covid}-19 tem em xeque a toda a gente. Chegou para desestabilizar-nos; ricos e pobres, todos somos vítimas. A primeira vez que ouvimos falar deste vírus só/sozinho estava em China, longe. Não nos {imaginábamos} que chegaria a nosso país, a todos os países do mundo, e nos encerraria em nossas casas. Quando se detetou em Espanha, {comencé} a ter medo. Os infetados se multiplicavam cada dia, e os mortos, também. Hoy esses dados têm descido, embora o vírus continua aqui e continuamos sem ser livres, sem saber que passará, vivendo na incerteza. Os políticos falam de fases e essas fases nos voltam loucos a todos. Não sabemos que podemos fazer e que não, quando poderemos trabalhar e em que comunidades, quem se pode mover e quem não. Viver assim, sem poder/conseguir planificar nada, é surrealista. Estamos a viver como num vazio. Nos {encontramos} às portas do verão e também não sabemos se vamos a poder/conseguir usufruir dele, do nosso maravilhoso verão, que a muitos nos recarga/recarrega de energia. Vai ser um ano muito difícil económica e psicocomo é lógico. Teremos que fazer um esforço muito grande para que as consequências deste vírus não possam connosco.