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Pepita Castells
17/05/2020

CORONAVIRUS

Fuera de sintonia

Alejandro Prieto

Un senhor chama à rádio lamentando que muitas pessoas se vejam na obrigação de fazer fila na rua durante sete horas à espera de receber/acolher um saco/sacola/bolsa de comida/almoço; uma senhora jubilada com uma pensão de 500 euros comenta na mesma emissora que, devido à desfavorável situação na qual encontra-se a família que vive num apartamento de sua propriedade, lhe tem parecido adequado diminuir num 50% o montante do aluguer; e uns minutos mais tarde, os informativos dão conta de comportamentos políticos fora de sintonia, afastados da realidade social e do que se espera por parte de aqueles que recebem a confiança das urnas. A separação física evita a transmissão do coronavirus, e a distância política trava o desenvolvimento da falta de integridade e de respeito até a cidadania.

ESTADO DE ALARMA

Eficácia ou direitos

Salvador Costumar

O que mais me tem preocupado estes dias é a definição da necessidade de prolongar o estado de alarma, esgrimida tanto/golo pelo ministro de Saúde, Salvador {Illa}, como pelo presidente do Governo, Pedro Sánchez. «O estado de alarma é uma arma eficaz e sem ela não se pode controlar o {desescalamiento}». Uma ideia que o presidente rematou com uma simples frase: «Ou estado de alarma ou caos». Me preocupa que se anteponha a eficácia face à defesa dos direitos. Todos os primeiros passos desde/a partir de uma democracia até um sistema de democracia vigiada e desta a uma ditadura sempre se têm realizado forçando este dilema perante os cidadãos: a segurança, a eficácia e o salvar a pátria, face ao caos, a insegurança e a {intranquilidad}. O temos próximo no tempo, com as antigas repúblicas da Europa do Este.

CORONAVIRUS

Sois admiráveis

Julia López

Familia, amigos e amigas, cidadãos, só/sozinho dizer-vos que vos {admiro}. Sou uma dessas pessoas que está a viver esta situação de pandemia num país que não é o seu, e não faço mais que acordar-me de vocês. Faz já dois meses que {estáis} encerrados.

Se calhar {estáis} sós, ou em família, num apartamento ou uma casa, mas ao fim e a cabo encerrados, e não é fácil. Se me põe a pele de galinha quando vejo que {salís} a bater palmas cada dia às 20.00 horas, quando {organizáis} uma festa para uma vizinha que cumpre 98 anos e está só ou quando {hacéis} o possível por entreter-vos de varanda em varanda.

{Vengo} a animar-vos, a dizer-vos que fica pouco/bocado, mas sobretudo {vengo} a dizer-vos que vos {admiro}. {Admiro} como, nestes dois meses, as famílias fizeram o possível para que os meninos não se {aburrieran} e como ainda não estando com os amigos, temos notado que seguem/continuam ali. {Admiro} a todos aqueles que {estáis} em primeira linha de guerra, mas também àqueles que, desde/a partir de a retaguarda, {estáis} dando o melhor de vocês.