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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

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Clara Hernández
15/03/2020

 

CÁCERES

Deixar a Cruz

Francisco Soriano

Cáceres

Nací cuatro años después de que acabara la {Guerra} {Civil} española. Não sou extremenho. Resido em Cáceres desde há 18 anos. Não sou crente de religião alguma. Minha ideologia é progressista. Acredito/acho que a Lei de Memória Histórica pode ser útil, e conveniente aplicá-la, mas unicamente em casos muito determinados, que não é precisamente o de A Cruz de Cáceres. Por muito que fosse construído e instalado na época franquista, hoje em dia somente representa o símbolo duma religião de dimensão universal, à margem de ser um {estiloso} monumento de mármore que embelece e enriquece essa zona entrelaçada com as {arboledas} da Avenida Espanha.

Uma escultura, com certas matizes minimalistas, que já faz parte do bem artístico cultural da cidade; ao mesmo tempo que já vai unida, intimamente, à memória visual da cidadania cacerenha. Grande erro seria eliminá-la dessa espaçosa {panorámica} urbana, onde encaixa de maneira idónea. Retirem a placa, a seus pés, referente aos mortos de guerra, e dêem futura vida a esse singular monumento, deixando-a em pé, e colocando em seu base um letreiro dourado cuja única inscrição seja, simplesmente: -A Cruz- que é como a conhece e identifica o povo/vila de Cáceres.

CORONAVIRUS

Pánico

Jaime Fomperosa

Cáceres

Lo que está ocurriendo en relación al dichoso virus es irracional, mas isto temos de raciocinarlo com dados concretos.

Segundo os dados que tenho visto publicados recentemente, neste ano, em Cantabria faleceram 14 pessoas por causa de a gripe, nenhuma pelo coronavirus. O virologista Juan Ayllón Barasoain, diretor do Área de Medicina Preventiva e Saúde Pública, Universidade de Burgos, dice-nos que não {caigamos} em alarmismos.

A gripe em Espanha provoca mais de mil mortos num ano normal/simples e umas 10.000 mortes de maneira indireta. Os últimos dados que {poseo} às 6 da tarde de hoy, 13 de Março, som: confirmados 4.231, curados 193, falecidos 121. É razoável que os casos confirmados, estejam encerrados, mas o que não é razoável é que o resto das pessoas não possam fazer sua vida normal/simples.

E nas escolas seria a mesma regra, os casos confirmados de que tenham o coronavirus que fiquem em suas casas, mas não há razão para que o resto dos alunos desses colégios não possam assistir a turma. Está claro que este pânico não concorda com a realidade, está fomentado, ¿por quem? Não o sei, mas se me acontece que este queda das Sacos, que na quinta-feira passada viveram uma das jornadas mais negras da sua história, seja aproveitado pelo capital, para fazer-se proprietário das empresas a preço de saldo.

Temos de recuperar à maior/velho brevidade a normalidade neste país, a sensatez o mais rápido que se possa, pois a manutenção desta situação nos vai custar um alto preço, que pagarão, como sempre acontece, os mais desfavorecidos.

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