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Alejandro Prieto Orviz
16/02/2020

serviço público

A privatização da água

Miguel Fernández-Palacios Gordon

Madrid

{El} agua, dom caído do céu essencial para a vida, acaba furtivamente em mãos privadas. As alterações climáticas, a poluição e a superpopulação a convertem num recurso escasso cobiçado por especuladores e corruptos. Por isso as multinacionais, ansiosas de rápida rentabilidade, compram vontades, mananciais e distribuidoras, desatendendo às pessoas e descuidando a qualidade de tão prezado laje. E, assim, a água se converte em infalível negócio e centro de corrupção, uma ameaça real para abastecer aos mais necessitados. A privatização deste serviço não só/sozinho piora seu fornecimento, mas encarece seu preço, limitando o acesso a uma parte dos cidadãos. Existem numerosos casos recentes, facilmente verificáveis, como Coca-Cola em Índia ou {Nestlé} em EUA.

A água, por ser vitalista deve garantir sua qualidade, sua sustentabilidade e sua distribuição a todos a um preço justo. Isto só/sozinho é possível com gestão pública. O contrário, sua privatização, é uma grande canalhada.

POLÍTICA

Corrida/curso de obstáculos

Luis Cabaneiro Santomé

Lugo

Que funcione un gobierno, de esquerdas, de direitas ou de coalizão, é sinal de que a todos nos vai bem, que poderemos chegar ao fim do mês comendo cada dia quantos mais, melhor; de que poderemos seguir/continuar acedendo à saúde, à educação, que as famílias não terão uma casa ocupada, mas alugada ou em propriedade onde viver ou onde outros vivam por um preço normal/simples; mas é difícil avalizar uma corrida/curso de obstáculos que dá a saída com um canhão e sem avisar. Há quem ontem defendeu como candidato sua luta por ressurgir, também muitos dos seus hoy lhe calam como presidente sua ambição, mas amanhã lhe recordarão como camarada, que na vida e em política o perdão é de coração e o esqueço a comissão, que chegado o caso, seu país lhe perdoará por ajudar o que Ferraz não lhe esquecerá por destacar.

REDES SOCIAIS

Ativismo mediático

{Ariadna} Escalas

Badajoz

Nos últimos anos, as plataformas sociais tornaram-se num ingrediente chave para transformar e redefinir o ativismo. Casos como {Occupy} Wall Street, o 15-M e {Kony} 2012 são excelentes exemplos deste fenómeno. Internet permitiu que a sociedade possa abrir-se a novas oportunidades e cenários para criar ações. As redes sociais têm introduzido certas novidades no campo da comunicação e permitiram aos ativistas expandir suas reivindicações. Podem usar Facebook, Twitter, Youtube e Instagram para produzir e difundir sua própria mensagem sem a necessidade de meios convencionais que atuem como {intermediarios}. E não só/sozinho os ativistas, qualquer cidadão pode usar estes canais de comunicação massivos como ferramenta para dar volume a sua própria voz.