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Melhor as Câmaras Municipais

 

Nieves Fernández
14/05/2020

A {desescalada} do confinamento não se pode fazer ao louco ou aplicando as mesmas medidas em todas as comunidades autónomas. Dividi-la em diferentes fases está muito bem, mas ¿não deveriam levá-la a cabo as Câmaras Municipais? Não há nenhum organismo com mais informação sobre/em relação a os contágios que sofre cada cidade ou população que o mesmo consistório. ¿Porque é que o Governo decidiu voltar a centralizar o poder/conseguir em vez de deixar ou dar mais competências às câmaras municipais de cada cidade na hora de estudar qual é o melhor plano para cada um? Do mesmo modo que não todas as cidades têm o mesmo número de cidadãos ou de contágios, não podemos pedir que todos {respondamos} da mesma maneira perante esta pandemia. ¿Devemos aceitar que um povo/vila com menos de 5.000 habitantes aplique as mesmas fases de {desconfinamiento} que uma cidade com 3,266 milhões como pode ser Madrid? ¿Não seria mais fácil que cada Câmara Municipal gerisse como quer aplicar o plano em função do número de habitantes por contágio que tenha sua população?

OBITUÁRIO

Despedida a Diego Rosado Montero

Inma e {Desi}, {Tere} e Roberto, {Dioni}, Rafa, Pedro Daniel, Sonia e José Manuel

Cáceres

...E no meio desta loucura nos toca dizer-te adeus. Adeus amigo, adeus colega, adeus; mas não, nos negamos a despedir-te sem fazer-te chegar nosso carinho. Pouco/bocado podemos fazer desde/a partir de a distância; mas é muito triste não abraçar aos teus nestes momentos e, porque é que não, brindar com eles por tua viagem. Sempre te {recordaremos} amigo, com teu sorriso, com teu semblante amável e {bonachón} . Sempre {tuviste} nosso carinho, era fácil querer-te, te o {ganaste} a pulso cada dia.

Hoy temos que dizer-te adeus e não queremos. Te diremos até à vista, porque sempre {estarás} connosco, em cada copa, em cada reunião, em cada jogo/partido... sempre. Até cedo amigo, nos vemos.

CRISE DO CORONAVIRUS

Sufrimiento mental

Mercedes Estorch

Durham (Reino Unido)

Vivo em Inglaterra, numa cidade relativamente pequena, e quando começou a crise do {covid}-19 se criou um grupo de colaboração de vizinhos. Faz uns dias enviou uma mensagem uma pessoa com um transtorno mental solicitando ajuda para realizar sua primeira compra depois de/após sete semanas de confinamento. Simplesmente necessitava saber se existia alguma loja onde pudesse fazer um pedido ao telefone e ir a recolhê-lo. Muitas pessoas bem-intencionada se ofereceu a fazer-lhe a compra mas, amavelmente, declinou a oferta respondendo que isso simplesmente faria crescer sua ansiedade nestes momentos. Necessitava saber que as coisas se faziam de certa maneira. Não obstante, as pessoas seguiu/continuou insistindo. Isto me fez dar-me conta do difícil que nos resulta pôr-nos na pele de outros. Não sabemos, ou não queremos, entender. Mas, sobretudo, me fez pensar em como se podem ver agravados estes problemas durante esta pandemia, encerrados em casa.

Temos de sobreviver

Isabel Franco

Badajoz

El ser humano tem um poder/conseguir de adaptação do qual não éramos conscientes. Quem mais quem menos tínhamos nossas rotinas, nossos horários estabelecidos por trabalhos, família, desporto, fins-de-semana e volta a começar. Se algo se saía do normal/simples, nos criava mal-estar, nos incomodava, era um aborrecimento que nos condicionava o dia. Faz quase dois meses, quem nos ia a dizer que nos ia a passar o que estamos a viver tudo o planeta, toda a gente. ¿E como temos reagido? Adaptando'ns a esta situação nunca antes imaginada. Como fez desde/a partir de a pré-história o ser humano, sorteando épocas, etapas, séculos e séculos: {mutando}, transformando's mentalmente e fisicamente até hoje. Oxalá {evolucionemos} também nesta ocasião, primando a saúde acima de tudo o resto. Temos de sobreviver.