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Média/meia Espanha avança à fase 1

 

11/05/2020

Média/meia Espanha entra esta segunda-feira na fase 1 da {desescalada} pela pandemia do {covid}-19, entre elas Extremadura, o que permitirá reuniões de 10 pessoas, abertura de comércios de até 400 metros quadrados, deslocações dentro dos territórios de referência e outras medidas de {desconfinamiento}. A decisão, adotada pelo Ministério da Saúde após a análise do comité de peritos que controla a {desescalada}, tem provocado polémica, sobretudo nas comunidades que esperavam passar de fase completamente e não foram autorizadas. Os protestos se produziram nada mais conhecer-se o mapa da {desescalada} e se repetiram no domingo na nona reunião de Pedro Sánchez com os presidentes autonómicos.

Os protestos, no entanto, mudaram de protagonistas. Face às reticências anteriores de Catalunha e País Basco, por exemplo, agora estas duas comunidades, governadas por partidos nacionalistas, têm atenuado suas críticas, que subiram de decibeis na Comunidade Valenciana, com presidente socialista, ou em Andaluzia, governada pelo PP e Cs, enquanto o nível de ruído se mantém alto na Comunidade de Madrid. Apesar de que tenha demitido a diretora-geral de Saúde Pública madrilena, Yolanda Fuentes, e o conselheiro de Saúde, Enrique Ruiz, tivesse pedido esperar uma semana, a presidenta Isabel Díaz Ayuso (PP) se empenhou em solicitar o passe à fase 1. Na reunião de presidentes insistiu no mesmo, oferecendo só/sozinho argumentos económicos, e chegou a recriminar a Sánchez uma campanha do PSOE supostamente dirigida contra ela.

Passar duma fase a outra sempre será discutível, mas o que não é adequado é recorrer a argumentos políticos ou económicos, obviando os sanitários, que som os que verdadeiramente devem importar. Assim o expressou a porta-voz do Governo, María Jesús Montero. Dos outros dois presidentes discrepantes, destaca a contundência de {Ximo} {Puig}, que, sem duvidar da honradez dos técnicos, denunciou que o ministério só/sozinho respondeu com palavras a um relatório/informe de 232 páginas em favor do passe à fase 1. O presidente andaluzista, Juan Manuel Moreno, também foi a valorações políticas ao falar de «dano {reputacional}» à Costa do Sol por ficar na fase 0, embora denunciou, sem pôr exemplo algum, supostos agravos com outras zonas. Na cimeira, Sánchez também informou da distribuição entre as autonomias dos 16.000 milhões a fundo perdido por critérios sanitários (10.000 milhões), sociais (1.000 milhões) e para reanimar a economia (5.000 milhões). Só/sozinho Andaluzia se queixou porque não se considera a população como critério.

No que sim teve unamimidade foi em aceitar a prolongamento dos processos de regulação temporal de emprego ({ertes}) até ao 30 de Junho. Com uma anota especialmente destacável por seu carácter justo e inovador: as empresas que façam um {erte} por força maior/velho não poderão repartir dividendos durante o exercício fiscal salvo que devolvam a parte correspondente à exoneração.