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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de septembro de 2017

A Medalha da Extremadura

César Romero de la Osa
05/09/2017

 

A concessão da Medalha da Extremadura ao colégio São José de Villafranca de los Barros é merecida, entre outras coisas, por constituir desde há 125 anos um projeto educativo de vanguarda para a Terra de Lamas, a província de Badajoz e Extremadura em geral. Sem dúvida, o progresso extremenho foi avivado decididamente desde que a Companhia de Jesús fundasse em Villafranca um colégio pelo que passaram muitos dos principais profissionais da nossa sociedade, base essencial do progresso da comunidade e da geração da riqueza extremenha. Isto se deve a que em seus salas de aula se vem dando uma formação integral, de desenvolvimento das capacidades dos meninos e meninas, e da {sapiencia}, carinho e esmero que os Jesuítas e seu professorado vêm esbanjando durante gerações para que desde Villafranca saiam homens e mulheres com valores e pretensões de melhorar, cada um em sua parcela, nossa sociedade.

Por saber identificar o talento, por saber potenciá-lo junto a valores essenciais como o afinco, a responsabilidade, a disciplina ou a superação, Extremadura deve muito ao colégio São José e, por isso, é merecido este galardão, que sem dúvida {festejamos} aqueles que de um modo ou outro levamos ao colégio São José, aos Jesuítas, e a Extremadura, em nosso coração.

FENÓMENO {PARANOMAL}

O presunto como medicamento

Ángel Morillo Triviño

Castuera (Badajoz)

Meu avô Antonio, professor nacional e um homem sábio dizia: «O presunto é sua majestade, o rei dos alimentos». E, como se tem podido demonstrar mais tarde, tinha toda a razão: nenhum alimento goza das propriedades {nutricias} do presunto, sobretudo, se é de porco ibérico. Até ao ponto em que os médicos da pós-guerra, diante da escassez de medicamentos, receitavam aos doentes «{sopitas} de presunto e ovos»... e a esperar a evolução da doença. Claro que, evidentemente, muito poucos podiam ter acesso a essa «medicina», mas..., essa é outra história.

No povo/vila desde onde {firmo} meus escritos/documentos, a Câmara Municipal faz todos os anos «uma matança didática» e, segundo uma página do Facebook chamada Castuera quer saber, Iker Jiménez e Quarto Milénio investigam «o estranho caso dos porcos sem presuntos deste povo/vila».

{Reproduzco} literalmente (as aspas significam que há pequenas correções sem importância) o texto onde se anuncia o mistério: «Se pela matança didática que a Câmara Municipal organiza te {quieres} passar, um fenómeno paranormal/simples vais a contemplar: porcos sem patas. Ninguém do povo/vila, até agora, conseguiu ver os presuntos. Se Iker Jiménez, de Quarto Milénio, a este povo/vila vem a investigar, na torre da Câmara Municipal, intensas vibrações vão a experimentar».

Bom está mais que óbvio, os porcos não nascem sem presuntos (¡que ia ser de nós!), pelo que presumivelmente alguém se está aplicando, certamente sem precisar-la, a medicina da pós-guerra a conta dos impostos de todos os cidadãos deste povo/vila.

E não convem esquecer que o senhor presidente da Câmara Municipal é um dos que se adjudicou o maior ordenado possível que a lei permite em Espanha (para além de dietas, deslocações, comissões de governo, plenários/plenos, etc., etc.), e que, para além de possível prevaricação continuada, está «envolvido» num monte de denúncias e contenciosos.

Embora, naturalmente, também não temos de {echar} em saco quebrado, que há «medicinas», como a citada da pós-guerra, que, alegadamente, «saram» também muitos litígios.

¿Mistério decidido? Se é assim, não faz falta que venha Iker Jiménez.

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