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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

O mau atávico de não rir o suficiente

Juan Zamora
22/04/2019

 

As redes sociais trouxeram consigo uma realidade que em ocasiões não se parece nada à vida real. Nos fazemos fotos usufruindo dos bons momentos e as {subimos} às redes para que nossos amigos e conhecidos vejam o felizes que somos e o bem que nos vai. Alguns medem sua felicidade pelo número de me {gustas} que conseguem, e se têm poucos, acabam meio deprimidos frente a um copo de {whisky}.

Suponho que o ideal é manter um nível de felicidade equilibrado, para poder/conseguir irradiar um estado de ânimo que consiga com maior facilidade aquilo que te {propones}, desde comprar maçãs até os maiores/ancianidade reptos/objetivos profissionais. Dar a entender que as coisas te vão bem, em geral, mas sem passar-se. Não digo que não tenha problemas realmente graves como para não ter vontade de irradiar absolutamente nada e contra isto não há reflexão possível. Se conhecemos a alguém que passa por um mau momento ou cuja vida está cheia de desgostos, o melhor é oferecer-lhe nossa ajuda, na medida das nossas possibilidades. Se nos {encontramos} num momento como o descrito, ter a alguém ao lado sobre/em relação a quem poder/conseguir desabafar-te é uma bênção e uma terapia. Ora bem, se nosso estado de ânimo nos pede riso, alegria e generosidade, não temos de duvidá-lo, por mais que lhe incomode a aqueles que têm alguma úlcera que lhes mói a vida. Há pessoas à que lhe incomoda extraordinariamente que o pessoal esteja alegre, se ria e viva a vida com certo otimismo.

Seguro que todos temos tido a experiência de ter recebido algum recrimine porque nosso estado de ânimo tem incomodado a alguém, e tu te perguntas «a este ou a esta ¿que lhe passa?» Tenho observado que essa inveja tão nossa está mais presente naqueles que não riem, não usufruem dos pequenos momentos do dia e o vêem tudo negro. Se calhar esse seja um dos nossos {males} atávicos, não rir o suficiente para poder/conseguir ver nossa realidade sem tanto/golo drama.

PEDRO SÁNCHEZ

El desencanto da política

Miguel Fernández-Palacios Gordon

Madrid

Convertir la política en una {pestilente} {sentina} es la estrategia de aquellos que anhelan la apatía ciudadana. Quando conseguem que uma parte considerável da população manifeste que «todos são iguais», se estão {despejando} o caminho para fazer o que lhes {place} conseguindo que as pessoas desentenda-se e vote afastada do que na verdade acontece. Para conseguir este fartura, enchem a vida de elevado ruído difundindo manipulações grosseiras e mentiras que silencia o importante: trabalho, pensões, educação, saúde, impostos... e, tudo isso, o {rebozan} de insultos e desqualificações de qualquer género.Nesta política de baixa trincheira e {nauseabundo} {albañal}, cada vez que um cidadão se {desencanta} das instituições, o asa direita do arco parlamentar consegue sua pequena vitória e é feliz.

SEGURANÇA VIA

Cruzar sem visibilidade

{Nerys} Claro

Barcelona

Como viandante, gostaria expor meu queixa sobre/em relação a os passos de zebra com pouca visibilidade. Não se trata de algo pontual: em muitas ocasiões, a pessoa que caminha pela via pública tem que assomar parte do torso para poder/conseguir ver se vem algum veículo, porque justo ao lado do passo de peões há uma carrinha, um carro alto, plantas ou uns contentores que lhe impedem fazê-lo. Sempre que me tenho assomado não se aproximava ninguém, mas ¿que passaria se te {asomas} e vem um carro ou {cruzas} sem parar-te a pensar que o carro não te vê? Me parece que é um risco desnecessário tanto/golo para peões como para os condutores. A solução é simples: garantir a visibilidade.

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