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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

A {manifestarse} a Madrid

Rosauro Meneses
08/09/2017

 

Por ser o Dia da Extremadura deveríamos fazer uma reflexão: ¿Que fazemos por nossa região? Resulta surpreendente o que nos {quejamos}. Se nos cheia a boca de palavras grossas chateados pelo esqueço do nosso ambiente, mas, {insisto}, ¿{luchamos} nós para acabar com essa discriminação?

Com os políticos não temos de contar. Não conheço a nenhum que se {rebele} do seu partido como contraponto a esse sentimento de desleixo que se percebe/recebe por parte do Governo central, dê um golpe na mesa e lute afastando-se da disciplina de jogo/partido.

Agora o mantra é {bregar} por um comboio digno. O caminho de ferro de finais do século XIX era mais rápido e registava menos incidências que os atuais. As primeiras vozes procederam dos políticos, mas ¿que fazem os cidadãos para lutar por um comboio digno? ¿Iremos à manifestação de Madrid para fazer frente comum e que o Governo central receba a mensagem de unidade? {Permítanme} que duvide. ¡Que não nos retirem a comodidade do sofá! ¡E que reivindique outro!

POR AMBAS PARTES

Pontapé à democracia

M. {Llopis} {Piferrer}

Barcelona

La {vicepresidenta} Santamaría denunciou o evidente: que o Governo catalão deu um pontapé à democracia. Mas se lhe tem «esquecido» acrescentar que isto somente foi possível por outra prévio e permanente pontapé à democracia.

Necessitando seu apoio --como o dos nacionalistas bascos-- o PSOE primeiro e o PP depois têm tolerado durante décadas uma gigantesca corrupção em {Pujolandia} que, para não render contas, tem {inoculado} a dois gerações odiosas mentiras contra o resto de Espanha.

¿Como pode ter um diálogo construtivo entre ambos inconfessos culpados, que se acusam mutuamente?

O EXÉRCITO

Poder/conseguir chinês em Ásia

Javier Sanz Ridruejo

Madrid

{Exagerar} el poderío militar de un país puede ser nefasto, já seja por suscitar uma coalizão e «guerra preventiva» contra ele, ou por incitar a outros países a submeter-se ao poderoso. A uma ou outra coisa contribui, em minha opinião, o analista {Eugene} {Chow}, exaltando o «arma visível» que lhe permite «manter como reféns a um quarto do mundo sem um disparo», pois com mais de 87.000 presas e o controlo da meseta tibetana possui «um arma de destruição massiva», que pode originar inundações catastróficas, afetando a dois mil milhões de pessoas.

Este analista, tão alarmista pelas razões que sejam, tem que reconhecer que é muito improvável que China use essa arma. Certamente, porque mais que invisível é um arma inviável; ainda mais, contraproducente para China. Com efeito: é absurdo imaginar que essa avalancha de água não transbordo os leitos dos rios em seu {lago} percurso/percorrido pela mesma China. E que os vizinhos/moradores sejam tão parvos que não tenham previsto essa eventualidade e não pudessem proceder a rápidos bombardeamentos estratégicos que {provocaran} inundações catastróficas em China antes que as águas chegassem a seus países.

PARTIDOS POLÍTICOS

Mentiras e enganos

Quadros/Marcos Hernández

Barcelona

Llevamos mais de 40 anos ouvindo as mesmas mentiras por parte duns ou outros políticos. Todos os partidos que passaram pelo poder/conseguir têm pecado do mesmo: enganar ao cidadão com falsas esperanças de bonança e prosperidade. Todos com o mesmo guião, faltando ao respeito ao cidadão que lhes brindou uma oportunidade para fazer as coisas bem e no entanto, até à data, ninguém fez nada pelo país.

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