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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Líderes e visionários

ANTONIO Galván González
14/03/2020

 

{Atodos} nos gostaria poder/conseguir confiar, mas nos o põem realmente difícil. Há quem é mais propensa à fé cega, ao seguidismo {acrítico}, ou a somar-se a um rebanho sem pastor em sua trajetória suicida. Mas também há pessoas que estende a não acreditar em pés {juntillas} tudo o que lhe contam, a fazer-se perguntas, e a contrastar dados e apurar ações e declarações. Este afã por conhecer a verdade dos assuntos costuma requerer de tempo e dedicação. E, quando se expõem as conclusões às que se chega, muito frequentemente, se sofre certa incompreensão, quando não aversão ou violência. Mas isto não é, certamente, nada novo. Porque, ao longo/comprido da história, houve muitas pessoas que foi queimada em fogueiras por suas previsões e diagnósticos. Mas o frequente da injustiça não a faz menos grave. E por isso temos de denunciar que, nesta crise mundial do coronavirus, houve {mártires}, como costuma acontecer em todos os momentos de {zozobra}. Um deles, um dos visionários que souberam calcular a dimensão do perigo que suporia o coronavirus, foi o médico/ doutor Li {Wenliang}. E o pagou com sua liberdade, primeiro, e, finalmente, com sua vida. E não deveríamos esquecê-lo. Porque sim, temos de dar obrigado/obrigada porque China nos envie máscaras e equipas para enfrentar a pandemia. Mas isto não deveria levar-nos a obviar que a implacável ditadura comunista deteve a Li {Wenliang} pelo mero facto/feito de ter dado a voz de alarma sobre/em relação a este perigo que {atenaza} já a toda a gente. Tristemente, o médico/ doutor contraiu o vírus e faleceu. Mas seu valentão testemunho e seu prognóstico cedo e certeiro deveriam ficar fixados de maneira indelével no relato do origem do facto/feito histórico. Diziam nossos maiores/ancianidade que «não há pior cego que o que não quer ver». E está claro que o oftalmologista chinês Li {Wenliang} não foi capaz de curar a cegueira voluntária dos {jerarcas} comunistas chineses. Depois, a realidade fez o estreitamente que Li {Wenliang} não pôde concluir. Infelizmente, temos contemplado como, mais tarde, e conhecendo já a experiência chinesa, os governantes de outros países têm incorrido na irresponsabilidade de olhar também até outro lado, enquanto as vozes mais preclaras alertavam do perigo. O teimosia, a {inepcia} e a {estulticia} dalguns podem conduzir ao precipício a dezenas ou centenas de milhares. É a maldição que {sufriremos} por não ter à frente das nossas nações a pessoas revestidas desse dom tão valioso que é o verdadeira liderança. H*Diplomado em Mestrado.

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