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A lata do teleestreitamente

 

Amelia Vargiela
19/05/2020

Faz umas contas semanas {empecé} um estreitamente novo. Sou muito afortunada, naturalmente. No entanto, o começo foi do mais estranho. Salvo por uma breve visita à escritório, tenho desenvolvido tudo o estreitamente desde/a partir de meu quarto diante da impossibilidade de fazê-lo noutro sítio. Faço só o descanso/intervalo do café e me passo o dia enviando correios a pessoas à que ainda não tenho posto cara. Ainda não sei que companheiros/colegas me caem bem ou mal, porque não os conheço.

Não sou partícipe das dinâmicas da escritório, não me rio com suas brincadeiras internas e, naturalmente, estou longe de tudo bisbilhotice. Além disso, {peco} bastante de {improductividad} porque em casa as distrações som muitas, ainda sem ter um colega de mesa com o que falar.

Dizem que esta situação nos pode levar a que o teleestreitamente se converta numa prática estendida no nosso país. Terá quem assim esteja mais cómodo, claro. A mim, por enquanto, me parece tão impessoal como aborrecido. Uma lata, vá.

UNIVERSIDADE EXTREMENHA

Exames com {VAR}

Guadalupe {Martínez} Vinagre

Arroyo de la Luz

Ontem lia com estupor na imprensa que a convocatória do segundo quadrimestre será à distância e os docentes poderão gravar através da {webcam} aos alunos enquanto realizam as provas…

Mas senhores que não estamos no distante Oeste, que estamos em Espanha, um estado social e democrático de Direito, segundo assinala nada mais e nada menos que o {art}. Primeiro da nossa Constituição. Pelo menos até ao dia de hoy, país no qual efetivamente se têm visto diminuídos alguns direitos em determinadas situações e segundo que circunstâncias. Mas o resto de todos e cada um dos nossos direitos seguem/continuam absolutamente vigentes, pelo menos por enquanto…

¿Mas que é isso de que poder-se-ão gravar os exames? ¿Estamos loucos ou que? ¿Lhe querem acrescentar/adicionar mais stress, mais pressão, mais nervos, mais… aos estudantes? Que não somente vão ter que lidar com os que já têm normalmente perante qualquer exame, mas para além disso se acrescenta o facto/feito de ter que fazê-los on line com tudo o que implica. Mas como não é suficiente pressão também queremos gravá-los, porque a algum {lumbreras} se lhe ocurreu fazê-lo para evitar « que se vejam alterados por comportamentos incorretos…; para poder/conseguir ser revistos posteriormente e poder/conseguir detetar se algum estudante tem tratado de fazer batotas/logros». Algum {lumbreras} que, não teria nada de estranho, lhe gostasse ou necessitasse copiar quando fazia os próprios; que de tudo há na vinha do Senhor. Mas sejamos sérios senhores; em primeiro lugar todos sabemos, e digo todos porque nalgum momento das nossas vidas temos estudado, ou isso acreditávamos ou fazíamos acreditar/achar; que em todos e cada um dos exames do mundo mundial alguém ou muitos, alguma ou muitas vezes, se tem copiado. E em segundo lugar os estudantes não som «o touro que matou a {Manolete}», vamos que nem têm inventado o vírus, nem o têm procurado nem o quiseram… som, como o somos todos, umas vítimas mais de esta angustiosa situação pela que estamos atravessando, e não é justo que a soga se quebre sempre pelo mesmo lado. Não vá a ser que tenhamos outra como aquela Prova de acesso ao ensino superior tão famosa, ou aqueles documentos falsos que permitiram exercer na UEX a quem em modo algum correspondia, graças a uma esposa que ocupava algum {cargillo} na Universidade e que fizeram carregar com o {mochuelo} e com as nefastas consequências de nefastas atuações, aos estudantes. E estes já têm suficiente com o estreitamente e o sacrifício que estão realizando, eles e os seus pais que em muitos casos se as vêem e se as desejam para que seus rebentos possam ser alguém na vida. Já têm bastante com ter que responder de temas que nalguns casos, alegadamente, nem sequer lhes foram explicados, nem {presencialmente}, nem on line, nem {gaitas}.

Que sim, que é certo, {queestoeslo} que nos tem tocado viver e que agora nos toca não divagar e ajudar. Mas não uns mais que outros, mas não uns à custa de outros. Por isso antes de meter-nos em {berenjenales} vamos a remar todos a uma, que todos estamos no mesmo barco, estudantes, pais, universidade, políticos….