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El Periódico Extremadura | Domingo, 19 de agosto de 2018

La Justicia de la UEx

José Gil Burdallo
09/06/2018

 

Carmen quiere ser médico. O sonha desde pequena. ¡O tenho que conseguir! Se diz a sim mesma caminho da Faculdade de Filosofia onde neste ano lhe tem tocado realizar as provas de {EBAU} (prova de acesso ao ensino superior). Língua, Inglês, História, {Natemáticas}, as da fase geral, ¡Matemáticas!

Ainda lhe dá voltas ao exame do ano passado, no fim 12.200 ({EBAU} {+} Ensino secundário). O corte de medicina 12,315. ¡Uma barbaridade! Não pôde ser, ¡que deceção! Um ensino secundário de muito bom, uma fase especifica com um 9, um só/sozinho exame com um 6 e tudo se frustrou.

Da deceção, Carmen passou à determinação: ¡ao ano que vem o tenho que conseguir!

As 12.15 horas de quarta-feira, último exame: Matemáticas. O resto tem ido muito bem. O lembrança do ano passado, os nervos à entrada. La sorriso dirigido a o seu pai ao sair. La satisfação ao comprovar os exercícios. ¡O primeiro bem! ¡Este também bem! ¡Tudo bem! Felicidade. Quinta-feira à tarde apita o {WhatsApp} ¿Que? ¿Não pode ser? O reitor anuncia: «temos de repetir alguns exames porque houve filtrações na cadeia de custodia em base aos princípios de igualdade e justiça». E Carmen chorou.

Senhores da UEx, ¿estão vocês aplicando os princípios de igualdade e justiça a Carmen? ¿E a Isabel? ¿E a {Mariví}? ¿E a Javier? ¿E a…?

a prova de acesso ao ensino superior

Admitir o erro

{Katovi}

Cáceres

Não se pode falar de {hackeo} quando se fala duma negligência de um empregado da universidade ao guardar esses exames numa pasta partilhada e não privada do servidor. La solução passa por admitir o erro, depurar responsabilidades e passar página. Não se pode convocar a 5.000 estudantes de novo com os incómodos que ocasiona aos que têm outras obrigações ou encontram-se de viagem.

O CASO {FILESA}

Marinho Barbero

José Manuel Sánchez Blanco

Villafranca

Ante a sentença do caso {Gürtel} me vêm à memória umas declarações de finais dos anos noventa do juiz Marinho Barbero, primeiro juiz instrutor do caso {Filesa}, com sentença condenatória por financiamento irregular do PSOE. O juiz Barbero manifestou: «o 90% dos casos de corrupção estão ligados ao financiamento irregular dos partidos políticos e depende destes acabar com este importante volume de corrupção no nosso país; simplesmente têm que chegar ao acordo e modificar a lei de financiamento dos partidos». Ao longo/comprido destes quase 30 anos não houve alguma iniciativa em relação. Enquanto, temos vivido sucessivos casos como {Taula}, {Lezo}, {Palau} da Música, {Gürtel}, Baldio, e ainda estamos pendentes da sentença do caso dos {ERE} no qual há imputados dois ex-presidentes autonómicos.

MOÇÃO CENSURA

Assumam a derrota

Pedro Serrano

Antoñán del Valle (León)

A Rajoy e o seu partido não lhes envergonha fazer uma interpretação livre de a constituição e das boas formas democráticas. Para eles a moção de censura foi qualquer coisa como uma conspiração, um golpe de Estado, uma trama urdida contra eles, os salvadores de Espanha. É curioso, quando o PP pactua com nacionalistas ou com Ciudadanos, isso é ter responsabilidade, sentido democrático e de Estado, mas quando o fazem os demais é um ato irresponsável de perdedores, um ato de traição à democracia e ao Estado. Pois não, senhor Rajoy, por muito que lhe doa, Pedro Sánchez lhe tem ganho a verba/partida {limpiamente}; de modo que, voltem à realidade e aceitem que seu {defenestración} é a consequência de suas políticas regressivas e sua continuada e {pestilente} corrupção. E entendam que as urnas nunca podem legitimar o {latrocinio} e o mau governo. De modo que, se são tão patriotas e democráticos como dizem, peçam perdão, assumam com dignidade sua merecida derrota e não sujem com {insidias} aos que, necessária e legitimamente, fizeram possível seu evacuação do Governo.

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