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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

José Vicente Moreno, cérebro na sombra

JUAN JOSÉ Ventura Fernández
14/01/2020

 

{Aveces}, após os êxitos em qualquer ordem/disposição da vida está o estreitamente de alguém que realiza o seu trabalho na sombra e não costuma aparecer na foto ou os titulares. É o caso de José Vicente Moreno Arenas, coordenador de projetos da Rede Extremenha de Desenvolvimento Rural ({Redex}), que nos deixou por acaso na semana passada. Desde/a partir de fazia dezanove anos se ocupava de que no difícil mundo do desenvolvimento rural tivesse a coerência necessária para que não se {superpusieran} atividades e que nenhum dinheiro público se esgrimisse em vão.

Eu contava com verle em próximas datas por ocasião da Feria Internacional do Turismo. Agora saber que não está me cheia de fundo pesar, porque era o contacto de {Redex} com os meios de comunicação e quem me avisava de quando estavam prontos/espertos todos os membros da rede para fazer a habitual foto de família. Não sou amigo de {panegíricos} nem {obituarios}, mas José Vicente representa uma forma de trabalhar que gosto, porque foge do {relumbrón} e centra-se no estreitamente e a amabilidade. Sua preocupação pelos demais lhe levou a ser sócio fundador do Instituto/liceu Extremenho para a Responsabilidade Social. Lhe conheci quando trabalhava na Mancomunidad (conjunto de municípios) de {Lacimurga} e lhe tinha cumprimentado recentemente passeando por Cáceres. Agora lamento que minha pressa me levasse a não parar-me um bocado para conversar com ele. A próxima {Fitur} já não será a mesma sem José Antonio, o {muñidor} de muitas conquistas nos povos/povoações extremenhos, que se tem ido tão discretamente como viveu.

Também nos deixou faz escassas datas, mas neste caso após uma vida muito {fecunda}, o escritor, cronista, professor e colaborador em tempos pretéritos de O Jornal Extremadura, Francisco Croche de Acuña (91 anos), em Zafra. O conheci junto a nosso {añorado} correspondente Antonio Osuna durante uma feira pecuária e {aprecié} que era um verdadeiro poço de generosidade e sabedoria infinitas. Outro {crack} discreto que nos deixa. Provérbio: A morte é tão certa como a hora incerta.

*Jornalista.

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