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Janeiro

 

LARA Garlito
17/01/2020

Gosto muito, como {sabéis}, em ocasiões, titular esta coluna aludindo ao tempo, ao mês no qual nos {encontramos} se com isso evoca muitas dessas facilmente características identificadoras sobre/em relação a o que posteriormente vou a tratar, pois neste caso tenho decidido {titularlo} Janeiro por tudo isso que {estáis} pensando agora mesmo: pelo começo da atividade, pela vitalidade do dia-a-dia e seu {cotidianidad}, por tudo o que ocurreu nesta semana. Às vezes, {decido} intercalar minhas leituras, não o faço seguindo/continuando nenhum tipo de método ou pauta, nem sequer porque o que esteja lendo me {aburra}, é mais bem por apetência, por curiosidade ou por investigação, outras vezes, simplesmente, não tem nenhuma lógica, sem terlo meditado e neste tempo foi precisamente o caso; lia Tempos robustos de Vargas Llosa e, apareceu Pedro Páramo de Rulfo em minhas mãos, foi impossível não retomar sua leitura, justo nesta semana, nela, esta cita/marcação/encontro: «Ali, onde o ar muda a cor das coisas; onde se ventila a vida como se fora um murmúrio; como se fora um puro murmúrio da vida...».

E ali, na Moncloa, entrou o ar da vida, a normalidade da {cotidianidad} do estreitamente, ali celebrou-se o primeiro Conselho de Ministros e Ministras, ali se anunciou a subida das pensões do 0,9%, ali começou um governo que funciona e que deixou de estar em funções demostrando como a política é o melhor instrumento de transformação de um país.

E ali, na Asamblea de Extremadura, celebravam-se as comissões para tratar as contas deste ano que começa e que marcarão as políticas e as ações da nossa terra.

E ali, na Junta de Extremadura, a Conselheira de Agricultura, Desenvolvimento Rural, População e Território apresentava a assinatura do convénio de colaboração entre a Conselheria de Agricultura, Desenvolvimento Rural, População e Território e a Universidad de Extremadura, através do instituto/liceu universitário de investigação para o desenvolvimento territorial sustentável ({Interra}), para a colaboração técnica e cientista no desenvolvimento dos trabalhos sobre/em relação a o repto/objetivo demográfico e equilíbrio territorial. Trabalharão cotovelo com cotovelo Junta de Extremadura, Diputación de Cáceres, Diputación de Badajoz, Conselho Económico Social, Universidad de Extremadura, Grupos de Ação Local, {Mancomunidades}, Câmaras municipais, parceiros sociais, sindicatos, empresas... Todos unidos baixo/sob/debaixo de um mesmo objetivo: encher e preservar a vida da nossa terra, isso é a luta contra a despovoamento.

Nesta semana, a atividade sussurrava o murmúrio da vida. Janeiro.

*Filóloga e deputada do PSOE.