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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

A instabilidade constante de Itália


08/01/2018

 

Itália abre um novo ciclo político e escolherá um novo Parlamento o próximo 4 de Março. Esta é a única certeza de um processo que deve levar a uma nova legislatura que, hoje em dia, se apresenta como uma grande incógnita. O ponto de interrogação não se refere somente a quem vai a ganhar as eleições. Terá que ver se a nova lei eleitoral, redigida teoricamente para facilitar a estabilidade política, responde a dita intenção ou bem bem pelo contrário. Não parece que nenhum jogo/partido possa chegar ao 40% dos votos necessário para {enfilar} com certa acalma uma nova legislatura. O eleitorado se apresenta dividido em três blocos, com o centro-esquerda em descida/desmpromoção, a direita em promoção em suas três variantes –{Forza} Itália, de Silvio Berlusconi, a xenófoba Liga Norte e o também xenófobo Irmãos de Itália– e o populismo do Movimento 5S, estancado. Perante um cenário difícil, o atual Governo de {Paolo} {Gentiloni} poderia prolongar sua vida, o que explica que a dissolução do Parlamento se tenha produzido dias antes de que finalize a atual legislatura. Seria conveniente que a campanha eleitoral se {centrara} nos grandes problemas que padece Itália. Apesar de que o atual Governo conseguiu endireitar a economia, a italiana continua a ser uma das que tem menor crescimento da zona euro. E também estão as questões migratórias que tanto/golo afetam a Itália. No entanto, tudo aponta a que a campanha será um flatulencia fátuo e desnecessário de personalismos, velhos e novos.

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