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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

A hora da verdade

CARMEN Martínez- Fortún
15/03/2020

 

O clássico está aí para {recordarnos} que a Papas, imperadores e prelados, assim os trata a morte como a pobres pastores de ganho, mas as pessoas comum, a do sentido comum, se pergunta se não é o mesmo com o coronavirus e porque é que os critérios dos peritos não se aplicam ao rei, que se fez a prova sem ter estado em contacto com nenhum afetado, ou ao governo e à reina, a não ser que todos eles tivessem sintomas, que não parece ser o caso.

Isso as pessoas com sentido comum, a que está confinada em suas casas, a mulher que se cuida e comprará o lama por Amazon embora lhe fique um pouco/bocado laranja, os docentes que já estão montando suas turmas por plataformas, pondo-se em contacto com os pais por Macaca e acompanhando {on} {linea} os rapazes para que se conetem a {Classroomy} a {Librarium} e continuem com seu horário normal/simples em sua rotina {enclaustrada}, a professora de {Pilates} que tem suspendido as turmas e escreve a seus grupos para que se conetem por {Hangouts} e façam o exercício tão saudável desde/a partir de suas casas, os profissionais que se têm montado o quiosque doméstico, se levaram até à torre ao quarto de estar e cumprem com rigor com sua obrigação, a Espanha da raiva e da ideia, a das empresas que oferecem megas gratuito ou se conetam em aberto, ou doam hotéis para hospitalizá-los ou criam/acreditem plataformas educativas para que os {peques} aprendam enquanto se isolam. Logo estão os outros, os que se escapam à praia, os que, enquanto se fecham os bares em Arroyo, enchem as terraços em Cáceres, os que oferecem festas baratas nas discotecas, os que arrasam os supermercados, esses potenciais focos de infeção. A outra Espanha, foleiro, inconsciente e egoísta.

É coisa humana procurar culpados, e muito espanhola, às vezes, pensar que somos os piores. Mas eu acredito/acho que não é a hora agora disso. Em China, em Coreia, em Japão, em Itália se viram transbordados igual que aqui, e ainda que a gestão se tenha levado de modo muito questionável é hora no momento crítico de unir esforços. Cada um e com responsabilidade. *Professora

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