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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

La história de minha amiga Mari

Carmen Gallego
07/01/2019

 

Mi amiga Mari Sobrino Carballido tem 78 anos e sua vida foi muito dura. Dura até ao fim. Se foi embora a França com o seu marido, triste por ter que afastar-se de sua terra. Conseguiram voltar nos anos 70 e ele morreu poucos anos depois caminho do trabalho. Ninguém reconheceu que sua morte tinha sido {in} {itinere}, por isso a ela lhe ficou uma pensão de 16.000 pesetas e dois meninos adolescentes. Para ganhar a vida teve que trabalhamos/trabalhámos limpando casas. Ninguém a assegurou, e agora passa com uma pensão de 552 euros mais uma ajuda de 130 que recebe de França desde os 60 anos. Há dois anos vendeu seu casa. Pagou mais de 4.000 euros a Finanças e a mais-valia. Agora, Finanças lhe reclama 4.000 euros mais por essa venda. Mari não tem casa própria, vive numa casa propriedade do seu filho. Finanças lhe retirará quase 100 euros de sua pensão até que pague a dívida. Mari tem muita dor no braço direito. Têm tardado mais de seis meses em fazer-lhe uma ressonância. Tem os tendões quebrados. La ressonância se a fizeram em setembro e a primeira visita ao traumatologista será em meados de Março. Mari é como muitas mulheres viúvas deste país às que os governos deixaram da mão de Deus. Trabalhou toda sua vida e agora encontra-se com uma pensão de 552 euros (que me digam como se pode sobreviver com isso) e a impossibilidade quase de cozinhar, lavar-se, fazer as tarefas de casa. São pessoas como ela as que estão a pagar os cortes que nos têm {infligido} desde o 2008. Espero que os encarregados de tudo isto durmam tranquilos. Os cidadãos, e ainda menos as cidadãs, não contam para ninguém.

meio ambiente

Sei a mudança que {quieres} ver

Sofía Rivero

Estudiante

Este 2018 nos ha llenado de grandes éxitos científicos, como a análise que nos permitiu entender o desenvolvimento duma célula ou os dados recolhidos pelo satélite {Gaia}. Também houve polémicas, como a da modificação genética de duas meninas gémeas em China. E também fracassos, o principal dos quais foi as alterações climáticas e seus devastadores efeitos globais. Este 2018 foi um dos piores anos neste sentido. Há uma falta de acordo/compromisso político para consumar os acordos sobre/em relação a as alterações climáticas e, por causa de a atividade humana maioritariamente, os oceanos alcançaram a temperatura mais alta das registadas pelo efeito do aumento do nível de dióxido de carbono e das emissões de gases de efeito de estufa. Se produziu uma redução das capas de gelo nos pólos, bem como secas e retiros em glaciares dos {Alpes}, o {Himalaya}, os {Andes}... Se estima que a temperatura, no 2050, poderá aumentar até seis graus, e as consequências mencionadas anteriormente piorarão. ¿É este o futuro que queremos para os que virão? ¿O egoísmo e o egocentrismo na humanidade são tão grandes que fazem que só/sozinho nos montante o eu e o agora? Terra só/sozinho há uma, e a {tratamos} como se tivesse uma substituta. Se cada um colabora, aos poucos nosso planeta poderá deixar de sofrer tanto/golo. Sejamos a mudança que queremos ver no mundo, não {culpemos} aos políticos nem a outros países; {responsabilizémonos} dos nossos atos, já que as mudanças começam num mesmo e não culpando aos demais.

trânsito

Ainda sem cartão

Marina Gordillo

Barcelona

Hace já quase dois anos que estou na autoescola e não há maneira de tirar-me o carta de condução. Neste tempo me passou quase de tudo. Primeiro quis começar a examinar-me em plena greve de examinadores. Depois despediram a minha professora de práticas. Mais tarde, minha autoescola fez uma má gestão e me enganava. A tudo isto temos de somarle que os nervos sempre me jogam uma má passada nos exames, por isso desta maneira me encontro, com 22 anos e ainda sem carta de condução.

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